Canal Nicktoons exibirá nos Estados Unidos o anime 'Danball Senki'


Após alguns anos tentando emplacar a série "Danball Senki" (Danboru Senki) no ocidente, finalmente a produtora Dentsu Entertainment conseguiu uma grande emissora para exibir a animação. Em breve o anime será lançado nos Estados Unidos através do canal Nicktoons, emissora 'irmã' da Nickelodeon. No ocidente a série recebeu o nome "LBX - Little Battlers eXperience".


Lançado no Japão em 2011 através da TV Tokyo, o anime se passa no ano 2050, e a trama é focada em batalhas de robôs conhecidos como LBX (semelhante a Pokémon e Medabots). Um desses robôs vai parar nas mãos do jovem Yamano Ban, o protagonista da história. A partir de então Ban e o poderoso Achilles-V são os únicos capazes de salvar o mundo. A série também possui duas sequências: "Danboru Senki W" (2012) e "Danboru Senki Wars" (2013).


A animação produzida pelo estúdio OLM - Oriental Light and Magic (Pokémon, Deltora Quest) é baseada no game criado pela Level 5, a mesma que desenvolveu a franquia "Super Onze" (Inazuma Eleven). Em 2012 os dois animes ganharam até mesmo um filme crossover intitulado Inazuma  Eleven Go vs. Danboru Senki W



Além dos Estados Unidos, a Dentsu Entertainment pretende lançar "Little Battlers eXperience" em outras regiões, inclusive aqui na América Latina. No Brasil a empresa possui um escritório próprio em São Paulo, o que pode ajudar no lançamento da franquia no país.

Play TV anunciará seus animes em março



Animes na PlayTVO canal Play TV irá revelar os nomes das duas séries que farão parte de seu bloco de animes em 12 de março, dentro do Prime Time da emissora no evento Rio Content Market. É possível que os horários também sejam confirmados no mesmo dia.

O diretor do canal, Caê Coelho, disse ao ANMTV que a estreia deve acontecer entre os meses de abril e junho. Segundo ele, a intenção da PlayTV é investir em novos títulos no futuro.

Agora resta aos fãs ficarem na expectativa e aguardar até o dia 12 de março.

Dragon Ball Kai terá um novo tema de encerramento


dbkaiA banda de J-rock Good Morning America é quem vai interpretar o novo tema de encerramento da saga Majin Boo de Dragon Ball Kai, intitulado “Haikei, Zarathustra”.

O anime retorna a TV Fuji no dia 6 de abril substituindo Toriko, que já teve seu fim anunciado. A emissora também vai exibir no dia 22 de março o filme Dragon Ball Z: A Batalha dos Deuses.

Dragon Ball Kai é uma versão remasterizada em HD de Dragon Ball Z e apresenta um novo tema de abertura, trilha sonora, além de cenas selecionadas e melhoradas com efeitos de animação.

Meninas Superpoderosas: especial chega ao Cartoon Network do Brasil



meninas superpoderosasExibido em janeiro pelo Cartoon Network nos Estados Unidos, o especial em CG das Meninas Superpoderosas já tem data de estreia no Brasil. Batizado de As Meninas Superpoderosas – Vacilou, Dançou! (Dance Pantsed), o especial será exibido no dia 18 de abril, às 16h30.

No mesmo dia, um pouco antes da estreia, o canal vai exibir alguns episódios remasterizados da série animada. Esquema similar foi feito nos Estados Unidos para prender a atenção do público.


Em As Meninas Superpoderosas – Vacilou, Dançou!, o Macaco Loco arma um plano para se apossar do Elemento X e finalmente dominar a cidade de Townsville. Florzinha, Lindinha e Docinho conseguem impedi-lo temporariamente, mas ele não se dá por vencido e elabora mais um plano maligno que consiste em controlar o corpo das meninas através de um jogo. Desesperado, professor Utônio viaja de volta ao passado atrás de uma solução para as meninas e ajudá-las a se livrar do controle do Macaco, para que com isso elas finalmente possam salvar o mundo.

Como Treinar o seu Dragão 2 ganha novos cartazes



Como Treinar o seu Dragão 2Foram divulgados pela DreamWorks Animation, três novos cartazes de Como Treinar o seu Dragão 2 (How to Train Your Dragon 2), sequência do filme lançado em 2010 que chega aos cinemas brasileiros no dia 18 de junho.

Confira abaixo os cartazes divulgados no Tumblr oficial do filme:

A história mostra Soluço e seu parceiro Fúria da Noite lutando para proteger o vilarejo viking de dragões que não aceitam o convívio pacífico com humanos.


Oscar: Frozen – Uma Aventura Congelante vence como melhor animação



Frozen - Uma Aventura CongelanteFrozen – Uma Aventura Congelante somou mais um premio a sua coleção. Depois do Globo de Ouro, Annie Awards e Bafta, o 53º filme da Walt Disney Animation Studios venceu como Melhor Animação no Oscar.

A merecida conquista ganha ainda mais valor ao superar Os Croods, Meu Malvado Favorito 2, Ernest & Celestine e Vidas ao Vento, último longa animado dirigido por Hayao Miyazaki.

Não é sem motivo que Frozen – Uma Aventura Congelante superou O Rei Leão como a maior arrecadação do estúdio, passando a barreira de 1 bilhão de dólares em bilheteria mundial.

Quanto aos curtas animados, Mr Hublot venceu Feral, Tsukumo, Room on the Broom e Get a Horse!, que foi protagonizado por Mickey Mouse.

Atualizado: Frozen também foi premiado com Let It Go como melhor canção original.

Março no Disney XD: final de temporada de Slugterrâneo



Slugterrâneo (Slugterra) no Disney XDAlém da estreia de Mega Med, outro destaque na programação do Disney XD em março é o final de temporada de Slugterrâneo. Os episódios serão exibidos todas as sextas, às 11h, a partir do dia 7.

O canal também exibe no dia 8, às 17h, o inédito filme A Terra Encantada de Gaya. Na história, os pequenos Snurks sobrevivem graças à pedra encantada Dalamite. Acontece que um dia ela é roubada, fazendo a dupla Boo e Zino entrar em uma incrível aventura para recuperá-la e salvar o mundo.

O Disney XD ainda preparou novos episódios de Os Vingadores UnidosRandy Cunningham Ninja TotalJust Kidding: Zoeira e Beyblade Metal Fury.

Tico e Teco e os Defensores da Lei vai ganhar filme live action



Tico e Teco e os Defensores da LeiDepois de Os Smurfs, Scooby-Doo e Zé Colmeia, mais um clássico desenho animado vai ganhar um filme mesclando cenas em live action e CGI. A Disney planeja levar aos cinemas a dupla de esquilos Tico e Teco.

O projeto está sendo desenvolvido por Robert Rugan, premiado diretor de comerciais, informou o Hollywood Reporter. A ideia é adaptar a série animada Tico e Teco e os Defensores da Lei, exibida no Brasil pelo SBT e Rede Globo.

Cartoon Network lança nova identidade visual em agosto no Brasil




Cartoon Network Check itSe você estava se perguntando quando o Cartoon Network pretende renovar sua identidade visual (nova versão da Era Check It), nós já temos esta resposta. Para comemorar a boa fase alcançada no ano passado e repetir o mesmo neste, o canal programou para agosto a renovação visual, que inclui novas vinhetas, menus, comerciais, bumpers, etc.

Além de renovar sua identidade visual, o CN vai lançar a plataforma de vídeos Cartoon Network Go. O serviço será similar aos já oferecido por outros canais de TV por assinatura (HBO GO, Telecine Play) e vai trazer diversos conteúdos exibidos pelo canal que podem ser assistidos por seus telespectadores a qualquer hora, lugar e dispositivos.  O lançamento do Cartoon Network Go está previsto para o mês de julho. Não foi informado se o serviço será pago ou gratuito.

Por último, com a expansão do Cartoon Network HD no Brasil nas operadoras, o mesmo vai acontecer no restante da América Latina, que finalmente vai ganhar 3 sinais em alta definição em breve.

Steven Universo estreia no Cartoon Network do Brasil

Por Nielsen Souza em 01/03/2014 às 19:20


steven universoMais uma produção original chega ao Cartoon Network em abril. Depois de Titio Avô, agora é a vez de Steven Universo aportar na programação do canal, todas as segundas, às 20h, a partir do dia 7 de abril. A dublagem da série aconteceu nos estúdios Delart (Hora de Aventura, MAD) do Rio de Janeiro.

Produzido pelo Cartoon Network Studios, a criação de Rebecca Sugar (roteirista de Hora de Aventura) estreou no dia 4 de novembro nos Estados Unidos e foi um grande sucesso de audiência no Cartoon Network, sendo visto por  por 1,9 milhão de telespectadores.


Tal fato acabou levando Steven Universo a receber o título de série mais assistida de 2013 pelas crianças (6 a 11 anos). Satisfeito com os índices, o CN já autorizou a produção de novos episódios da animação.

A série conta a história de Steven, o irmão mais novo das guardiãs mágicas da humanidade, conhecidas como Crystal Gems. Assim como suas irmãs (Garnet, Ametista, Pérola), o garoto também tem poderes mágicos e está começando a aprender a usá-los da melhor maneira possível. Steven e suas irmãs vão viajar o universo e viver grandes aventuras.

O Show do Tom & Jerry estreia no Cartoon Network do Brasil



tom-e-jerry-anmtvApós a polêmica envolvendo a censura em episódios da série clássica, que por sua vez, acabou deixando a programação, o Cartoon Network lança a nova série protagonizada pela dupla de gato e rato mais famosa do mundo: O Show do Tom & Jerry (The Tom e Jerry Show).

A exibição acontece a partir do dia 7 de abril, toda segunda, às 19h30. A dublagem brasileira da animação foi realizada no Rio de Janeiro pela Delart (Hora de Aventura, MAD).

Com episódios de 11 de minutos de duração cada, a série, que ainda nem estreou nos EUA, também será lançada em março no Canadá. O Show do Tom & Jerry traz novas histórias da dupla em ambientes que vão além daquele que já conhecemos, como castelos, laboratórios e outros. A produção é de Renegade Animation (Hi Hi Puff AmiYumi) e supervisão da Warner Bros. Animation.


Abril no Boomerang: LazyTown, Eliot Kid e Krypto, o Supercão

Por Nielsen Souza em 27/02/2014 às 20:46


Boomerang - Abril-14Em abril, o Boomerang segue dando novos passos rumo a seu inevitável reposicionamento, ainda envolto em grande suspense, mas que parece cada vez mais próximo de acontecer. O canal continua dando espaço as animações e traz a estreia de algumas novidades,  entre elas temos a série LazyTown, que fará parte da faixa de live actions que o novo Boomerang planeja manter.

O Boomerang também passa a exibir a série animada Eliot Kid, anteriormente transmitido pelo Cartoon Network. A história gira ao redor de um garoto de 7 anos com uma grande imaginação e seus amigos Mimi e Kaytoo. Juntos, eles vivem grandes aventuras. Vai ao ar de segunda a sexta, às 12h e 18h.

Ainda chega ao Boomerang A Escola de Susto do Gasparzinho, onde o fantasminha camarada faz parte do seleto grupo de alunos. Ela foi criada com o intuito de transformar os monstros em criaturas mais assustadoras, mas se tratando de Gasparzinho, isso vai ser um pouco difícil. Será exibido de segunda a sexta, às 13h e 18h30.

Ainda falando de estreias, temos de Krypto, o Supercão, que traz o companheiro canino do Superman vivendo grandes aventuras (de segunda a sexta, 8h e às 15h), Baby Looney Tunes(segunda às sexta as 7h), A Turma da Pantera Cor de Rosa (segunda a sexta, às 12h30 e 19h) e Oggy e as Baratas Tontas (segunda a sexta 13h),  Oscar’s Oasis (segunda a sexta às 10h) e Angelo.

O canal também continuará levando as séries, As Meninas Superpoderosas, Três Espiãs Demais, Na Onda e Sítio do Pica-Pau Amarelo e Gui & Estopa. Quanto aos live actions (H2O, Meninas-Sereias, Lockie Leonard, Heartland, Resgate Vôo 29, A Rádio Livre de Roscoe, Regras da Maioria e How To Be Indie), estes passarão a ser transmitidos pelo canal durante a madrugada.

Março na Nickelodeon: especial de Bob Esponja



Bob EsponjaA principal novidade da Nickelodeon é o especial de Bob Esponja Calça Quadrada. O episódio que mostra o personagem sendo demitido vai ao ar em 25 de março, às 19h30. O canal ainda exibe uma maratona da série animada no mesmo dia, a partir das 15h30.

Outra é o final do segundo livro de A Lenda Korra. O episódio Uma Luz no Escuro (A Light in the Dark) será exibido em 4 de abril, às 22h. Durante todo o mês de março serão apresentados episódios inéditos.



Shrek deve ganhar um novo capítulo



shrekPara quem achava que as aventuras do ogro Shrek haviam terminado em 2010, se enganou. Segundo Jeffrey Katzenberg, CEO da DreamWorks Animation, o estúdio planeja uma continuação da franquia.

Não foi informado se vai ser um especial de TV como feito em 2007 (O Natal do Shrek), ou um 5º longa-metragem para os cinemas.

O executivo declarou que no momento, os personagens estão descansando, mas é quase certo que eles vão estar em uma nova produção. Katzenberg salientou que a história de Shrek ainda não acabou, muito menos o personagem.

O quarto filme da franquia, Shrek Para Sempre, arrecadou pelo mundo US$750 milhões de dólares.


Os Cavaleiros do Zodíaco Ômega: fim do anime é confirmado



saint seiya omegaToei Animation confirmou que o anime Os Cavaleiros do Zodíaco Ômega (Saint Seiya Omega), exibido aos domingos pela TV Asahi, será oficialmente finalizado em março no episódio de nº 97. Segundo o site Oricon, no horário ocupado por Ômega a emissora japonesa vai estrear Abarenbō Rikishi!! Matsutarō, adaptação animada do mangá de sumô Notari Matsutaro, criado por Tetsuya Chiba.

Em janeiro deste ano, a distribuidora Bandai Visual havia revelado que o Box de  CDZ: Ômega em DVD e Blu-ray do arco “Omega Kakusei“, que trazia o episódio 97, seria o último do anime, no entanto, ainda não se sabia se seria o fim do arco ou da série.

Os Cavaleiros do Zodíaco Ômega estreou em abril de 2012 na TV japonesa e apesar das críticas dos fãs mais puristas a série agradou uma parte do público e gerou um lucro considerável para a Toei.

O anime está disponível no Brasil por streaming e também está saindo em DVD e Blu-ray no Brasil, sendo que já foi confirmado o lançamento do segundo Box para abril. Enquanto isso, a Toei Animation continua tentando emplacar CDZ: Ômega em algum canal de TV.

Em recente contato com a produtora, foi informado ao ANMTV que a série foi novamente oferecida as emissoras brasileiras e canais de TV por assinatura, mas que no momento, detalhes a respeito das negociações não poderiam ser divulgados.

Clarence estreia em abril no Cartoon Network dos EUA

Por Nielsen Souza em 19/02/2014 às 18:57


clarence cartoon networkEm abril o Cartoon Network estreia nos Estados mais de suas novas produções originais:Clarence, uma criação de Skyler Page, que já fez parte da equipe de produção de Hora de Aventura, Secret Mountain Fort Awesome e do curta Crater Face.

No vídeo abaixo podemos ver o autor explicando do que se trata a série, assim como uma pequena prévia:


A série acompanha a vida de um menino muito bem humorado e sempre otimista. Ele acha que todas as coisas existentes no mundo são incríveis e quer experimentar de tudo.

Produzida pelo Cartoon Network Studios, Clarence contará inicialmente com 12 episódios de 15 minutos de duração. Aqui no Brasil a estreia também está prevista para acontecer este ano.

Os Simpsons ganham episódio em formato de Lego



simpsons legoNo dia 4 de maio, a Fox levará ao ar nos Estados Unidos um episódio de Os Simpsons feito totalmente com peças de Lego. A novidade faz parte das comemorações dos 25 anos da série.

No episódio, intitulado “Brick Like Me”, Homer vai parar num mundo alternativo onde sua família, amigos e a cidade de Springfield são todos feitos de peças de Lego. Ele terá que encontrar uma solução para voltar para casa antes que fique preso para sempre neste universo.

O episódio também é uma forma da Fox e a Lego promoverem o conjunto Lego dos Simpsonscom 2.500 peças, que traz a casa da família e diversos personagens da série em formato dos blocos de montar.

Yu-Gi-Oh! Arc-V: mais informações sobre a nova série



yu gi oh arc vA revista V-Jump divulgou através de suas páginas mais informações sobre Yu-Gi-Oh! Arc-V,nova série da franquia que estreia em abril no Japão.

Kensho Ono (Tetsuya Kuroko em Kuroko no Basket) vai dublar o protagonista Yūya Sakaki,que adora divertir as pessoas e sonha em ser um “duelista do entretenimento” para alegrar a todos.

Yoshimasa Hosoya (Junpei Hyūga em Kuroko no Basket) empresta sua voz a Reiji Akaba, presidente da poderosa Leon Corporation. É um duelista de elite e extremamente inteligente.

Por último, Yuuna Inamura (Mayu Ootsuka em Darker than Black) dubla Yuzu Hiiragi, uma garota muito forte que já foi amiga de infância de Yuya. Seu pai é o diretor da academia Yusho Juku, onde ela e Yuya treinam para serem duelistas.

A história se passará numa cidade costeira do Japão chamada Maiami, um lugar onde os duelos fazem um grande sucesso e é uma febre mundial, graças a Leon Corporation. Todas as crianças sonham em um dia se tornar grandes duelistas profissionais e estudam em academias que ensinam as regras dos duelos. Na Yusho Juku, estuda o protagonista da série, Yuya, que um dia vai parar em um duelo onde enfrentará o campeão profissional.

Yu-Gi-Oh! Arc-V estreia no dia 6 de abril na TV Tokyo.

Kirby Buckets: Disney XD anuncia nova série



Disney XDAdam Bonnett, vice presidente executivo de programação original dos canais da Disney, anunciou a produção de Kirby Buckets. A comédia irá misturar cenas em live action com animação.

A série será protagonizada por Jacob Bertrand, o Henry de Marvin Marvin, no papel título. Ainda estão no elenco Mekai Curtis (Fish), Cade Sutton (Eli), Olivia Stuck (Dawn, a irmã de Kirby) e Tiffany Espensen (Belinda).

Na história, Kirby Buckets é um garoto de 13 anos que sonha em ser um animador profissional. Com a sua incrível imaginação, ele cria vida a seus desenhos e vive incríveis aventuras.

As gravações de Kirby Buckets começam na primavera para uma estreia durante o outono noDisney XD americano.

Power Rangers Dino Charge estreia em fevereiro de 2015



power rangers dino chargeApós anunciar a Power Rangers Dino Charge como a 22ª temporada da franquia, a Saban divulgou duas imagens promocionais da série que trazem algumas informações sobre a nova produção, entre elas a sinopse, data de estreia e o público para qual ela é voltada. Confira abaixo:

Em Dino Charge, um caçador de recompensas vasculha o planeta Terra em busca dos Prismas Paragon, para obter seu poder e destruir o mundo. Para impedir que isso aconteça, é criada uma nova equipe de Power Rangers para encontrar os prismas primeiro e lutar contra este caçador.


Power Rangers Dino Charge está programado para estrear em fevereiro de 2015 nos Estados Unidos na Nickelodeon. Aqui no Brasil, caso o contrato da Saban com o Cartoon Networkseja renovado, a série também poderá ser transmitida pelo canal.


Digimon Fusion no Cartoon Network do Brasil



Digimon Fusion no Cartoon NetworkO acordo entre a Saban Brands e o Cartoon Network vai muito além de Power Rangers Megaforce. O canal também adquiriu para o Brasil e restante da América Latina a sexta temporada da franquia Digimon, Digimon Fusion (Digimon Xros Wars), e além do anime, o pacote ainda inclui Power Rangers Super Megaforce. Tanto a Saban quanto o CN se disseram muito felizes com esta parceria.

A aquisição por parte do canal era algo que ainda não havia sido confirmado e ao mesmo tempo, contrariava as especulações, muitas pessoas achavam impossível que o Cartoon Network pudesse exibir tanto Digimon quanto Pokémon. Neste caso, a franquia de monstrinhos digitais deixa o Disney XD, que por muitos anos foi a sua casa.

Infelizmente, desta vez não teremos a versão japonesa como ocorreu nas demais séries da franquia. A versão americana foi editada pela Saban, mas nada que deturpe a história.

Digimon Fusion está sendo dublado em São Paulo o estúdio Dubbing & Mix. No elenco estão confirmados Daniel Garcia (Mikey), Fernanda Bock (Shoutmon), Kandy Ricci (Angie) e André Sauer (Jeremy).

A estreia no Cartoon Network e um comunicado oficial do canal com mais detalhes será divulgado em breve.

Sonic: dos games para a animação



sonic cronologiaExistem personagens que, provavelmente, jamais serão esquecidos. Eles foram capazes de resistir ao tempo, impressionando várias gerações e proporcionando horas de diversão. No mundo dos games eles geralmente são respeitados graças às suas primeiras aparições e, quando se fala de games, um dos nomes mais lembrados, com toda certeza, é Sonic the Hedgehog. Mas será que você se lembra de como o gigante dos games se saiu no mundo dos desenhos animados?

Sonic iniciou sua carreira na animação em 1993, quando a DiC Enterteinment, sob licença da Sega, produziu a série Adventures of Sonic the Hedgehog, que seria finalizado no mesmo ano. Por causa de suas iniciais, a animação ficaria mais conhecida como Sonic Aosth, e seria a mais fiel aos games. No Brasil, Sonic Aosth foi exibido em 1994, no programa TV Colosso, mas foram poucos os episódios exibidos no nosso país.

Rendendo 65 episódios e um especial de Natal, Sonic Aosth foi um dos mais longos desenhos do ouriço. Na série, acompanhamos Sonic e seu fiel companheiro Tails, que têm a missão de proteger os animais dos planos maléficos do Dr. Robotnik, que está sempre tentando capturá-los para fazê-los de escravos.

Sonic Aosth segue um roteiro muito simples, mas que não deixa de ser divertido. Como se trata de uma animação mais infantil, há muitos clichês, e, por ter sido a primeira série animada, a quantidade de personagens é pequena, mas isso com certeza não atrapalha a diversão. A comédia está presente em boa parte dos episódios e há pouco espaço para a ação, deixando bem claro que o objetivo é apenas divertir.

Em 1993, mais uma vez nas mãos da DiC Enterteinment, Sonic ganharia mais uma animação.Sonic the Hedgehog, mais conhecido como Sonic SatAM graças a sua exibição nos EUA, que ocorria aos sábados (Saturday) de manhã (AM), contava com uma trama mais desenvolvida e traços mais firmes. No Brasil a série foi exibida por completo no SBT, dentro do programa Bom Dia & Cia.

Com um número de personagens bem maior que o apresentado em Aosth, Sonic SatAM tem uma construção bem mais competente. A série se passa no planeta Mobius e tudo começa na cidade de Mobotropolis, governada por um rei até que, um dia, Julian Ivo Robotnik, um antigo aliado do monarca, aplica um golpe de estado e consegue tirar o rei do poder. A partir disso, tudo começa a desmoronar, Dr. Robotnik assume o poder e transforma Mobotropolis em Robotropolis, a cidade dos robôs.

Mas nem tudo está perdido, pois os Guerreiros da Liberdade, liderados por Sally Acorn, vão lutar para impedir os planos de Robotinik, que deseja robotizar todos os animais. Sally é a filha do rei, e parte do desenho mostra as tentativas dela para achar seu pai e restaurar a ordem. Sonic, Tails, Sally, Bunnie, Rotor, Antoine e Dulcy formam um dos grupos dos Guerreiros da Liberdade.

Como foi dito, Sonic SatAM possui uma trama bem mais desenvolvida, que a torna muito mais atrativa. Ao contrário de Aosth, SatAM precisa ser acompanhado na ordem certa dos episódios para se entender o que acontece. As cenas de ação estão presentes com mais frequência, mas a comédia aparece na hora certa e cumpre seu papel. Embora fuja quase que por completo do enredo dos jogos, a animação ainda apresenta algumas cenas e elementos que lembram os jogos, por exemplo, os anéis de poder, que dão ao Sonic mais velocidade.

A segunda animação do Sonic também acabaria em 1993, totalizando 26 episódios, divididos em duas temporadas. A série deveria contar com três temporadas, mas a terceira nunca chegou a ser produzida, deixando muitos fãs arrasados, graças ao último episódio da segunda temporada que sugeria uma continuação.

Apesar da decepção com o final de Sonic SatAM, os fãs logo teriam motivos para comemorar pois, em 1996, seria produzido o primeiro anime da franquia. Conhecido no Japão como Sonic OVA e, nos EUA, como Sonic The Movie, o anime é um especial de dois episódios que trouxe à tela tudo aquilo que os fãs esperavam. Excelentes cenas de ação, comédia na medida certa e traços bem trabalhados, com direito a alguns elementos dos jogos. Infelizmente este belo trabalho não chegou ao Brasil, o que, sinceramente, é uma injustiça, já que Sonic OVA foi a aposta mais feliz no mundo da animação.

No especial, Robotnik (Eggman no Japão) captura o presidente e sua filha para atrair Sonic até a sua armadilha. Ele explica que sua cidade, Eggmanland, foi dominada por um ser chamado Black Eggman, que acabaria destruindo a todos se não fosse detido. Mesmo desconfiado, Sonic parte com Tails até Eggmanland, com o objetivo de destruir o Black Eggman. Chegando lá eles encontram o tal ser, em uma batalha com cenas muito boas, e ao derrotá-lo eles acabam descobrindo que o Black Eggman era só uma armadilha de Eggman para atrair Sonic até sua mais nova criação, o Hyper Metal Sonic.

A batalha entre Sonic e o Metal Sonic é simplesmente incrível. Toda a ação é mostrada no melhor estilo anime e a animação é muito competente. Outro ponto forte é a aparição de Knuckles, que tem cenas divertidíssimas e é uma grande ajuda para Sonic e Tails. Então se você está procurando uma animação do Sonic que dê destaque à ação sem dispensar a comédia, Sonic OVA é a melhor opção.


Depois do grande trabalho feito pelos japoneses, Sonic fez sua ultima aparição como Cartoon em 1998, com a série Sonic Underground. Esta é, sem dúvida nenhuma, a animação mais fraca da franquia, e a que mais foge do enredo original. Com 40 episódios de uma única temporada, Sonic Underground foi exibido no Brasil pelo SBT.

Na série, tudo começa com o nascimento de Sonic e seus irmãos Manic e Sonia, que precisam ser separados de sua mãe, a rainha Aleena, para que tenham a chance de sobreviver ao caos que está sendo criado por ninguém menos que, o já conhecido, Robotnik, que pretende mais uma vez dominar a todos transformando-os em robôs. Assim, os irmãos acabam sendo criados por pessoas diferentes e só voltariam a se unir com a formação de uma banda, quando o passado é revelado e eles descobrem que precisam achar sua mãe e formar o Conselho dos Quatro.

O número de absurdos encontrados nessa série é muito grande, a começar pelo fato de Sonic ter dois irmãos e tocar numa banda. A cada episódio os irmãos tocam músicas diferentes e talvez esta escolha de introduzir música, num desenho que deveria ser sobre o ouriço mais veloz do mundo, tenha sido um dos maiores erros cometidos por esta produção, e um dos maiores motivos para que o desenho fosse lembrado como o pior da franquia. É claro que não é completamente ruim, mas a mudança radical não deixou os fãs muito satisfeitos.

A ultima aparição de Sonic na animação seria com um anime, produzido pela Sega Sonic Team. Sonic X, a maior série animada do ouriço, contou com 78 episódios, divididos em duas temporadas no Japão, e em três temporadas nos EUA. É também a série com o maior número de personagens, tornando tudo mais interessante. No Brasil, Sonic X foi exibido pelo antigo canal pago Jetix e pela Rede Globo, no programa infantil TV Globinho.

Tudo começa quando Sonic tenta salvar dois de seus amigos, Cream e Cheese, que foram capturados pelo Dr. Eggman que, na confusão, acaba ativando o Controle do Caos, mandando Sonic e vários de seus amigos para o planeta Terra, onde acabam conhecendo um garoto chamado Chris. Eles agora precisam achar as 7 Esmeraldas do Caos para tentar voltar ao seu mundo.

O anime possui muitos pontos fortes e, como foi feito em 2003, já conta com um traço melhor. É incrível acompanhar como a trama se desenvolve e como os personagens ficaram bem trabalhados. Infelizmente, nem tudo é perfeito, pois a experiência só vai valer a pena de verdade se você assistir à versão sem censuras. Isso mesmo, censuras! Nem mesmo o Sonic foi veloz o suficiente para escapar deste problema irritante e movido pela hipocrisia, que fez de Sonic X um dos animes mais editados, retirando a essência de algumas cenas e deixando outras sem sentido.

4Kids acabou deixando o anime mais fraco, trocando sons de armas de fogo por sons de lasers, cortando algumas cenas no meio de batalhas importantes e deixando tudo sem sentido. São muitos os problemas que a censura acaba causando ao anime, que não contem cenas fortes na versão japonesa, tornando a censura, mais uma vez, completamente desnecessária. Então, se você quer apreciar de verdade este excelente anime, é mais indicado ver a versão japonesa, livre de censuras, e mantém o novo Sonic na sua melhor forma.

Agora que você já conhece ou relembrou todas as animações do Sonic, que tal dar uma olhada nelas? Cada uma, assim como todo show, tem seus pontos fracos e fortes, mas até mesmo os mais simples merecem uma chance.

Os Cavaleiros do Zodíaco é o melhor anime shōnen já exibido no Brasil

Por ANMTV em 27/10/2012 às 20:34


Os Cavaleiros do Zodíaco (Saint Seiya)Foram mais de 15 mil votos para definir o melhor anime shounen já exibido no Brasil. Com um resultado relativamente apertado, os leitores do ANMTV elegeram Os Cavaleiros do Zodíaco (Saint Seiya) como o melhor em seu gênero.

Pode ser clichê, mas não deixa de ser verdade dizer que o anime baseado no mangá do autorMasami Kurumada é um divisor de águas. Se existe uma legião de fãs de animações japonesas no País, foi graças ao sucesso primeira série da franquia.

Os Cavaleiros do Zodíaco é uma das poucas produções em que se pode dizer que conquistou diversas gerações de telespectadores, com passagem na Rede Manchete no início da década de 90, Cartoon Network e Band/Rede 21 em meados do ano de 2003 e novamente na emissora de Johnny Saad em 2010. Já são quase 20 anos presentes na TV brasileira.

Outro fator que ajudou no sucesso de CDZ em terras brasileiras foi a sua duração. São inúmeras temporadas e sagas: SantuárioAsgardPoseidon e Hades. Sem contar dois recentes spin-off: The Lost Canvas, produzida pelo estúdio TMS e lançada em DVD pela Flashstar no Brasil, e Omega, que marcou a volta da série a Toei Animation e também a PlayArte, que já garantiu o lançamento em home video.

Um novo filme, desta vez em 3D, é prometido para 2013 no Japão, mas alguém duvida que chegue por aqui? No mínimo o DVD é lançamento certo. Saint Seiya Omega ainda nem acabou, mas uma nova série para a TV baseada na produção cinematográfica já é aguardada.

A versão em mangá não poderia faltar nas bancas brasileiras, o que consolida a franquia ainda mais. A obra clássica já contou com duas publicações em editoras diferentes (Conrad e JBC) e outros mangás secundários também marcaram presença: Next DimensionLost Canvas eEpisódio G.

Claro que uma vitória não seria nada sem grandes adversários, e isso foi o que não faltou na enquete. Os cavaleiros de Atena bateram outros importantes animes. Confira o resultado completo:

  1. Cavaleiros do Zodíaco – 7.372 Votos
  2. Dragon Ball Z – 6.912 Votos
  3. Naruto – 5.327 Votos
  4. Yu Yu Hakusho – 4.876 Votos
  5. Samurai X – 4.044 Votos
  6. Death Note – 3.601 Votos
  7. Inuyasha – 3.239 Votos
  8. One Piece – 3.114 Votos
  9. Yu-Gi-Oh! – 3.088 Votos
  10. Fullmetal Alchemist – 3.033 Votos
  11. Digimon – 2.976 Votos
  12. Bleach – 2.795 Votos
  13. Hunter x Hunter – 2.583 Votos
  14. Gundam Wing – 1.619 Votos
  15. Shaman King – 1.586 Votos

Votaram 18.357 pessoas

Concorda com o resultado da pesquisa? CDZ é realmente o melhor anime shōnen ou apenas sua enorme popularidade foi responsável pelo resultado? Deixe sua opinião nos comentários.

O porquê de os canais de TV não exibirem animes



Naruto no AlvoUm dos assuntos que mais se desenrola nos comentários do ANMTV é o porquê de os canais de TV, tanto os abertos quanto os pagos, não exibirem animes com regularidade. Não pretendo expor os lados vantajosos de adquirir um anime, mas sim dar uma de “advogada do diabo” e mostrar justamente o oposto, o lado dos donos das emissoras.

Amadorismo e falta de planejamento

É notório o abismo que existe entre os licenciantes de animes e os de desenhos animados ocidentais, americanos em sua maioria. Enquanto o primeiro apenas oferece suas atrações, o segundo cria uma enorme estratégia de lançamento e já prepara a venda de produtos relacionados, como cadernos e brinquedos.

Não existe coordenação, e um excelente exemplo disso é One Piece. Enquanto a Panini tem ensinado as outras editoras como se deve lançar um mangá, a versão animada da obra deEiichiro Oda não teve o mesmo tratamento. É tão difícil assim fazer uma estratégia para lançar um produto X ao mesmo tempo em duas mídias diferentes?

One Piece vs Homem-AranhaOs animes são uma via para trazer o grande público aos mangás, que aumentam em vendas por conta da exposição na TV. É impossível conquistar leitores fora do mundinho otaku sem isso.

Em contrapartida, a Disney em breve estará colocando no mercado o licenciamento da animação Ultimate Spider-Man. Logo de cara se trata de um personagem que faz parte da cultura pop, possui quadrinhos nas bancas regularmente, vai ter um novo filme nos cinemas e tem os mais diversos brinquedos nas lojas.

Será que os canais de TV são realmente os grandes vilões e não querem comprar animes simplesmente por birra? Parece que não.

Todo anime é shōnen e violento

Também não podemos culpar as empresas por não quererem patrocinar a exibição de animes, afinal todos são violentos e vão contra os valores familiares. Ao menos é o que os departamentos de marketing e as agências publicitárias aprenderam assistindo TV, pois aqui as distribuidoras só trazem shōnen com lutas ou mahō shōjo que têm personagens com sexualidade duvidosa.

Nenhuma empresa vai querer atrelar sua marca com um programa que pode ir contra a “moral e os bons costumes” da família brasileira.

Afrodite, o Cavaleiro do Zodíaco de Peixes em Saint Seiya

Imagem meramente ilustrativa

Censura, classificação indicativa e o politicamente correto

Os dias de hoje são outros. Não é mais possível exibir um personagem arrancando uma orelha do inimigo em pleno dia. O controle do que é exibido na TV é maior, ainda mais se tratando de um programa infantil. Não podemos nos esquecer das fortes multas impostas pelo governo brasileiro caso a programação fuja dos horários previstos pela classificação indicativa, podendo inclusive, em caso de novo descumprimento, o canal perder a concessão.

A mesma situação tem acontecido em outros países, principalmente nos do continente americano. Não é sem motivos que os animes já chegam editados, pois possibilita uma maior chance de os canais terem interesse em adquirir, mas obviamente perdemos muito da história assim.

Enquanto isso, os desenhos do Cartoon Network, da Disney e da Nickelodeon não sofrem nada disso, pois desde o inicio foram produzidos dentro do conceito de programação infantil para nós ocidentais.

Restrição comercial e menor perspectiva de lucro

Novamente o governo brasileiro colocando o dedo para “atrapalhar” a vida dos blocos infantis na TV aberta. Depois de impedir que desenhos violentos influenciem negativamente as crianças, agora irá protegê-las contra os comerciais indesejados.

Se já era difícil conseguir patrocínio para exibir animes, imagine agora. Somando a repulsa de muitas empresas contra os animes,com o menor leque de anunciantes, a situação piora. Canais como GloboSBT e Band não são feitos para caridade e querem lucro.

O exemplo

Hqs vs mangás: Os Cavaleiros dos Zodíaco e Justica JovemSabendo dos fatos acima, tomemos um exemplo. Sou dona de uma emissora de TV e tenho horário na minha grade de programação para apenas uma série, em que devo escolher entre:

Justiça Jovem, uma animação que tem todos os ingredientes para dar certo. É produzida pelaWarner, é baseada em personagens que estão na mídia e é praticamente uma continuação do desenho de sucesso Liga da Justiça, ao menos para o telespectador leigo.

Os Cavaleiros do Zodíaco, um anime conhecido pelo público brasileiro e que já gerou grande audiência no passado. Porém, vou ter dificuldade em conseguir anunciantes e ainda terei que editar todos os episódios para poder ganhar classificação livre. Para “ajudar”, os fãs não gastam um centavo com produtos, que poderiam patrocinar a exibição, e ainda vão reclamar de qualquer edição que possa viabilizar o projeto.

O resultado? Escolho nenhum dos dois, acabo com o bloco infantil do meu canal e crio um novo programa de variedades, onde consigo vender com maior facilidade minhas cotas de patrocínio com uma atração de baixo orçamento. E viva o capitalismo!


Especial: entrevista com os criadores de O Show dos Looney Tunes



Desde o último dia 7, os assinantes do Cartoon Network estão acompanhando a nova série dos Looney TunesO Show dos Looney Tunes apresenta os personagens mais amados da animação – Pernalonga, Patolino, Gaguinho, Lola, Ligeirinho, Coiote, Taz e muitos outros – vivendo muito além da floresta ou do deserto. Agora eles podem aprontar tanto na loja de verduras quanto por trás de um volante nas ruas da cidade.

Para você que está assistindo todo domingo às novas aventuras dessa turma, preparamos uma matéria especial: uma entrevista com Tony Cervone e Spike Brandt, criadores de O Show dos Looney Tunes. O bate-papo, realizado exclusivamente pelo Cartoon Network e enviado para o ANMTV, apresenta diversas curiosidades da nova animação, como o que esperar da série, a dificuldade em produzir um desenho para a audiência atual e a classificação indicativa nos Estados Unidos. Confira:

Quando vocês decidiram fazer um novo desenho com os personagens que todos conhecem e adoram? Vocês não acharam arriscado?

Tony Cervone: Spike e eu trabalhamos em diferentes séries e filmes da franquia. No passado, trabalhamos em Space Jam e Duck Dodgers. Nós estamos, obviamente, entusiasmados em fazer coisas novas, e quando tivemos a chance de fazer uma nova série, ficamos excitados e queríamos fazer uma nova marca. Nós mantemos os personagens como eles são, intactos, mas fizemos um programa inteiramente novo, como nunca antes visto.

Spike Brandt: Já tem um bom tempo que nada é feito com Pernalonga e sentimos que era uma grande oportunidade de produzir uma nova série que apresentasse Pernalonga e Patolino, e apresentá-los para novas crianças. Eu acho que elas irão gostar e espero que seus pais e avós também gostem.
Porque vocês decidiram fazer uma sitcom?

TC: Nós queríamos fazer uma série de TV que mostrasse pessoalmente os Looney Tunes e seus talentos. Queríamos fazer um formato no qual poderíamos confortavelmente contar várias histórias. A ”comédia de situação” torna isso fácil para nós colocarmos os personagens em novas histórias e situações.

SB: Uma das outras coisas que o formato nos possibilita é trazer novas relações entre os personagens da série. Agora podemos ver Pernalonga e Gaguinho interagindo, algo que nunca tivemos antes. Patolino e Frangolino são muito engraçados juntos, então isso nos possibilita ter como se fosse uma nova comunidade destes personagens e ver novas interações.

O programa foi o primeiro da franquia a ter classificação TV-PG nos Estados Unidos (crianças devem assistir acompanhadas dos pais). A nova geração de pais tende a ser muito protetora e geralmente pensam que desenhos podem gerar uma má influência a seus filhos. Como vocês lidaram com esta classificação?

TC: Não é classificado como PG porque os personagens dizem coisas engraçadas ou por estarem em situações que poderiam ser inapropriadas. É somente por causa de sua natureza, porque eles são meio que adultos. Por isso eu quero dizer que eles não são crianças. Eu não acho que o desenho, em partes, seja tão ousado quanto os clássicos. É uma espécie de sinal que os Looney Tunes sempre tiveram um pouco de PG.

Quanto os personagens mudaram desde a última vez que os vimos?

TC: Nós tentamos não mudar os personagens e mantê-los fiéis a quem eles sempre foram. Situações são novas, os personagens algumas vezes encontram eles mesmos em cenários e diferentes apecos de suas personalidades aparecem nestas situações. Em partes, tentamos não tocar em seu comportamento. Pernalonga e Patolino nunca viveram juntos, então veremos algumas coisas diferentes daquelas personalidades.

Na série, Pernalonga tem uma casa e vive na cidade. Isso é um processo similar ao que aconteceu com Mickey Mouse há algumas décadas atrás?

TC: Eu acho que Mickey sempre viveu em uma casa. Até mesmo nos clássicos desenhos de Mickey, ele sempre pareceu viver em uma casa. Ele viveu numa vizinhança, Minnie tinha uma casa e Mickey um cachorro. Eu acho que, de certa forma, o programa está entrando um pouco mais nessa área. A maior diferença entre o universo da Disney e da Warner Bros. é que a Disney parece ser um universo de animais com alguns poucos humanos. No mundo da Warner, Pernalonga vive em nosso mundo. Existem pessoas e ninguém olha pra ele e diz: “Oh, tem um coelho andando rua abaixo, dirigindo um carro e falando”. Ele é somente alguém que vive no nosso mundo.

Podemos esperar novos personagens?

TC: Lola foi apresentada em Space Jam e ela apareceu em algumas outras ocasiões, mas fizemos meio que uma nova Lola. Em partes, Lola é uma nova personagem. Mais tarde, Patolino conheceu uma pata chamada Tina. Agora, Tina é uma nova personagem e nós estamos muito felizes com as novas figuras, elas são engraçadas e se encaixam dentro do mundo dos Looney Tunes.

SB: Isso é realmente algo muito novo para os Looney Tunes. Quero dizer, ter essas poderosas duas personagens femininas na série.

A ideia de transformar a série em uma sitcom e trazê-los para a cidade, quando chegou até vocês? Foi para tornar mais confortável para a audiência atual?

TC: Isso foi realmente um jeito mais confortável para contarmos histórias e queríamos contar diferentes tipos de histórias. Queríamos criar uma série que fosse mais relacionada com os personagens. Ainda há alguns conflitos no novo programa, mas queríamos mostrar quem eles são e porque eles fazem as coisas que fazem. Eu acho que é isso que separa uma série televisiva de um grupo de curtas. Quando mais tempo você assiste a série, episódio após episódio, você meio que começa a sentir por eles o mesmo que sente pelas pessoas.

Qual é a melhor parte de trabalhar com personagens que vocês já amaram tanto?

TC: Eu assisto esses desenhos desde que eu era um menino, eles sempre foram os meus favoritos e agora eu tenho que trabalhar todos os dias com algo que eu adorei a minha vida inteira. Eu gosto de desenhá-los e assistí-los. Eu gosto da ideia de fazer novos desenhos para novas crianças. Agora, se elas gostam mais dos desenhos antigos, isso é ótimo, vários desses personagens são fortes o bastante que poderiam existir em diferentes formas.

Patolino vai ganhar uma nova namorada, mas ele está pronto para se preocupar por mais alguém?

TC: Não. Ele não está pronto. Ele é um terrível namorado. Ele não consegue se preocupar com ninguém, mas ele é sortudo pois encontra a pessoa certa.

SB: Existe algo um pouco carinhoso na relação deles. Quando você está assistindo à série, parece que o Patolino encontrou alguém que aparentemente gostou dele assim como ele é. Ele não precisa fingir ser outra pessoa.

O que vocês diriam que é a maior dificuldade para criar um desenho para a audiência atual?

TC: Eu não sei, a dificuldade para nós é tanto ao fazer um desenho para a audiência atual quanto respeitar os personagens com os quais estamos trabalhando. Nós realmente os amamos e adoramos sua história, e nós estamos muito cientes do quão importante eles são para a audiência. A principal preocupação é somente a de tentar manter a tradição e fazer com que os personagens evoluam. Nós nunca e nem vamos querer que esses personagens sejam algo do passado. Eles são sempre algo atual e estão tão vivos hoje como nunca antes visto.  Este é sempre nosso principal desafio.

Walt Disney: o enterro de Mickey Mouse?



Você provavelmente não percebe neste momento o quão distante encontra-se a ideia atual doThe Walt Disney Company, criado em 1923 pelos irmãos Roy e Walt Disney, da ideia original.Mickey Mouse, (ex) mascote da companhia, não é mais visto como o grande e vulnerável personagem como era em meados de sua criação, e surpreendentemente até não muito tempo atrás. Essa força do camundongo em meio ao público infantil perdurou por décadas, e será possível que sua imagem tenha se esgotado na entrada do século 21?



E por quê a nova fórmula dá certo?

Não podemos discutir aqui que a nova fórmula utilizada pela Disney hoje, não dê certo. Será possível que milhões e milhões de pessoas no mundo todo se enganaram ao comprar o ingresso para assistir High School Musical 3? Será possível que 10 milhões de americanos estavam apenas com a TV ligada por acaso no Disney Channel em um episódio de Hannah Montana? Mesmo com a quase morte de Mickey Mouse, ainda com suas tristes orelhinhas no logo do canal principal da companhia, a mesma consegue prestígio ($$) entre as crianças e adolescentes.

Mas afinal, se não é uma coincidência, um motivo deve existir para originar tanto sucesso. Músicas excitantes, histórias que tocam (impossíveis e que rodeiam a cabeça de várias meninas), um galã, coreografias exuberantes, uma mocinha (coitadinha) que derrota sua arqui-inimiga “paty” após ser humilhada e estraçalhada.

Grande parte do público se identifica com esses enredos, não há como negar. Além disso, um elemento fundamental e que embala todas as marcas, é a grande jogada de marketing, uma das poucas coisas (se não única) que restaram da original Disney, onde através de jogos, brinquedos, CDs, DVDs, roupas e etc., ajudam ainda mais na alienação pelas obras ($$).



Adaptações necessárias, cortes desnecessários, resultados

É claro que todo o conteúdo de sucesso e que sobrevive ao passar do tempo, deve receber tratamentos para enquadrar-se na realidade atual, ou seja, utilizar os recursos fornecidos pelas novidades da tecnologia a seu favor. A Disney o fez muito bem, mas infelizmente eles foram aplicados em algo recém criado, resultando na jogada para escanteio de grandes clássicos, que tanto fizeram sucesso no passado, e que certamente, com todas as ferramentas hoje disponíveis, apresentariam o mesmo retorno.

Perceba a audiência do Disney Channel nos Estados Unidos. Sua posição no ranking sempre foi a mais alta, até no ano passado quando se viu em grande crise, com suas maiores séries canceladas e telespectadores migrando para outro canal (Nickelodeon). Bob Esponja Calça Quadrada, definitivamente passou à frente do Mickey, e tudo indica que o camundongo fique cada vez mais para trás.



Essas séries chatas, eu quero é anime!

Frase muito usada nos comentários do ANMTV. Pelo fato de abrangermos animes, mangás, séries, filmes e outros conteúdos de televisão (mundos, de certa forma, diferentes), percebemos pessoas criticarem cada uma destas fontes de entretenimento. Os otakus, geralmente são os que mais tecem críticas às séries da Disney, como principalmente Hannah Montana, Sunny Entre Estrelas e Jonas.

A realidade é que muitas pessoas gostam (assim como otakus gostam de animes e mangás) de tais atrações. Quando disse a palavra “alienação” acima, ela pode valer para todos nós. A falta de interesse em “experimentar” algo novo, é uma das razões de existir este tipo de críticas. Já outra, é a metamorfose constante em que vive o psicológico dos jovens, onde alguém de 12 anos gosta de produções da Disney, no ano seguinte de Death Note e, repentinamente, odeia tudo isso, e começa a ouvir Restart.



A Disney e o futuro

Já foram anunciadas algumas novas produções para este ano dos estúdios Disney.  Segundo a própria companhia, sua linha de conteúdo deve aumentar cerca de 30% este ano, mesmo com várias de suas séries chegando ao fim. As apostas continuam em séries, como seu primeiro sitcom musical Madson HighWasabi Warriors (produção do Disney XD) e A.N.T. Farm, além do já presente Shake it Up. Por enquanto, as novidades em animações ficam por conta somente de Gravity Falls e a nova temporada de Adolepeixes. No cinema, alguns filmes programados para estrear este ano são Carros 2Piratas do Caribe: Navegando em Águas MisteriosasWinnie the Pooh e Frankenweenie.

Há uma dúvida quanto essa questão de diferentes gostos de gerações: quem pertenceu às antigas é que se acostumou com os sucessos de sua época e não consegue se adaptar aos atuais, ou realmente estamos em uma transação diferente em que produções não cativam mais da mesma forma como antes e as crianças se sentem mais atraídas por outras atividades que não seja a TV? Provavelmente as duas, de certa forma, ajudaram a chegar a nossa atual situação.

Há atrações e atrações, aquelas que perduram por muito tempo e outras que simplesmente cansam. Aí, entra o trabalho de seus criadores ou produtores, que, se amam seus personagens, farão com que eles vivam por muito tempo. O Mickey será sempre lembrado no mundo Disney, claro. Mas seu tempo de glória e centro das atenções não deve voltar. Quem viveu, viveu, quem não viveu, aproveite o que os novos tempos têm a oferecer.

Brasil – Anime: A grande fronteira



Um milhão de reais para quem citar um anime que não tenha sido vítima de atentados sensacionalistas e dos mais variados tipos conhecidos. Censuras, exibições em horários inapropriados, cortes para enquadrar-se na grade, transmissão incompleta. Esta é a realidade. Uma indignação maior ainda é que, nem assinando TV por assinatura, pagando para assistir uma programação diversificada e de qualidade, o telespectador tem acesso a algum grande sucesso oriental que seja tratado da forma adequada.

Os motivos, segundo…

Pouco tempo atrás, José Bonifácio de Oliveira, diretor de vários programas da Rede Globo,comentou a respeito da dificuldade em trazer grandes produções à TV aberta, pelo fato das emissoras pagas terem acesso a elas primeiro. É fato que existem muitas atrações de qualidade que não recebem interesse por parte de canais abertos ou até mesmo fechados, o que desestimula a comercialização das mesmas em nosso território. Não é por acaso que, tempos atrás (momento nostálgico), a Band conseguia altos pontos de audiência com suas exibições vespertinas do Band Kids, o qual contava com Dragon Ball Z, Bucky Tenchi Muyo, por exemplo.

Sobre o mesmo problema, o cartunista Maurício de Sousa também se manifestou. Ele argumentou que a falta de patrocínio faz com que haja essa falta de investimento no setor. E está certíssimo. Tanto no caso de animes, como outras animações, necessitam de um olhar mais amplo por parte das emissoras, a fim de buscar fornecer uma melhor estrutura para tais conteúdos.

TV aberta: Chances perdidas

Não sei por que, mas sempre Digimon Data Squad vem a minha cabeça como exemplo. A Rede Globo, definitivamente, perdeu uma grande oportunidade de fazer renascer a febre Digimon. Percebam que Jonas, série que estreou na TV Globinho na semana passada, contou com uma forte divulgação e é exibido em um horário muito bom. Quando estreou em meados de 2000, a primeira temporada dos monstros digitais rapidamente se tornou um fenômeno nacional, e contou com uma estratégia similar a aplicada em Jonas, isto é, se tratando de um produto realmente de sucesso, é contestável que a audiência seja certa.

Saga de Hades é um exemplo de má exibição. A série poderia ser bem mais valorizada se exibida em um horário mais adequado, como muitos sugerem, no período noturno por volta das 20:10. RedeTV! É outra que tem problemas, apesar de uma boa jogada. Contando com Yu-Gi-Oh! GX, Pokémon Super Onze, o TV Kids conquistou altíssimos pontos de audiência que levaram a emissora à vice-liderança. Se sua exibição fosse nacional, naturalmente um público ainda maior estaria voltado ao bloco, garantindo mais pontos e, consequentemente, uma percepção de que, produções do gênero, dão muito retorno quando tratadas de forma correta.

TV por assinatura e TV aberta: Qual a diferença?

Animax já está morto e enterrado, isso é fato. Sua exibição já é restrita a poucos, já que teve alguns problemas com a operadora SKY, e também não consta em pacotes básicos da NET, por exemplo. O Cartoon Network acaba sendo a melhor saída para os assinantes, já que oferece, mesmo em horário contraditório, animações clássicas e novidades em sua programação. A Nickelodeon conta apenas com Yu-Gi-Oh! GX aos domingos pela manhã, porém, cria-se uma luz quanto a uma abrangência do gênero no canal.

Finalizando, o que esperar para 2011? Sailor Moon Dragon Ball Kai são os principais títulos que estão sendo esperados pelos fãs, mas também não podemos esquecer de outros e suas temporadas inéditas como Pokémon DP Sinnoh League Victors, Bakugan: Gundalian Invaders e a quarta de Naruto. Mas vale lembrar que Beyblade: Metal Fusion, franquia que conquistou certo sucesso por aqui, também está sendo planejado para o próximo ano.

Ah, e também temos os “animes perdidos”, como Fullmetal Alchemist: Brotherhood, Lost Canvas, Bleach Nodame Cantabile, que ficam apenas na esperança. Muitas surpresas virão com certeza, algumas nem tão surpreendentes, outras animadoras temporárias. Indignação sempre existirá. O jeito é aproveitar o que dá, na medida do possível, e quando possível, absorver o melhor das exibições abrasileiradas disponibilizadas por nossas emissoras


O Crítico: É hora de morfar!


es que se transformam em heróis coloridos para lutar contra extraterrestres malignos. Esse é o enredo de quase todas as temporadas de Power Rangers. Criado em 1993 pela americana Saban Entertainment e no ar até hoje, a série foi responsável pelo sucesso dos chamados super sentai japoneses no Ocidente. Power Rangers é, na verdade, uma refilmagem dos tokusatsu produzidos anualmente no Japão, sendo que a primeira temporada batizada como Mighty Morphin Power Rangers, é um remake do original Kyoryuu Sentai Zyuranger.

Posteriormente, outros tokusatsu foram adaptados para criar as temporadas seguintes. O sucesso do primeiro remake foi tão satisfatório que a Saban pediu para que os criadores produzissem mais episódios do original, para que pudessem adaptá-los. Apesar de ser uma adaptação, Power Rangers mantém algumas cenas das séries originais, como a animação dos monstros inimigos e os robôs gigantes (zords), além de algumas cenas de lutas.

Em 2002, a Saban vendeu a franquia para a Disney e, consequentemente, a produção de Power Rangers foi transferida para a nova empresa. A primeira geração produzida por ela foi aForça Animal (em parceria com a produção da Saban), porém a primeira inteiramente produzida pela Disney foi a Tempestade Ninja, que também marcou a transferência da produção para a Nova Zelândia, enquanto as anteriores eram totalmente feitas nos Estados Unidos.

As gerações de Power Rangers são claramente diferenciadas pela comentada divisão de temporadas produzidas pela Saban e pela Disney. Não podemos discriminar aquelas feitas pela poderosa casa do Mickey, porém as temporadas iniciais, da Saban, conseguiam perfeitamente atingir todos os públicos, diferentemente das posteriores, que foram muito infantilizadas – o que não é condenável, já que a Disney precisa manter seu prestígio como produtora infantil. As temporadas da Saban conseguiam muito bem atingir o público jovem, com uma trama focada nos personagens colegiais e até com mais “apelo”, já que as integrantes femininas eram apresentadas de forma bem mais sensual.

A Disney fez temporadas excelentes e caprichou na produção e originalidade, porém dificilmente alguém com mais de onze anos conseguiu se atrair pela história, voltada ao público infantil. Power Rangers é duramente criticado pelos fãs de tokusatsu, pois, graças à compra das originais para adaptação, se torna impossível sua exibição em nível mundial. Vítima de inúmeros preconceitos, eis os motivos que provam que Power Rangers é melhor que os tokusatsu originais:

Podem até dizer que são contra as adaptações nipo-americanas, mas é indiscutível a qualidade da atuação americana. Os personagens, apesar de terem ganhado uma aparência caricata, conseguiram passar humanidade, o que é fundamental para o sucesso de uma incorporação, diferente das versões japonesas com atuações de péssima qualidade. A atuação japonesa é extremamente superficial e gritante, transformando os personagens em caricaturas, não conseguindo convencer que poderiam se passar por humanos comuns.

Mighty Morphin

Exibido diariamente dentro dos infantis da Rede Globo, a série se tornou uma das atrações mais populares da década de 90 e, com certeza, foi responsável pela infância de vários que estão lendo este texto. Era impossível sair de casa e não dar de cara com os heróis coloridos. O apelo publicitário, tanto com licenciamento de produtos, quanto com publicações impressas, estava totalmente focado neles.

Três dos produtos mais populares são os bonecos dos personagens que “viravam” a cabeça, os pirulitos que vinham com figurinhas e os brinquedos do Kinder OvoAngélica, em seuAngel Mix, nas brincadeiras de seu programa, dava bonecos dos zords como prêmio.

Mighty Morphin foi exibido diariamente nas manhãs da Rede Globo, aliás, numa exibição incansável. Foi a única temporada que teve seus episódios lançados em VHS para locação. Foi reprisada várias vezes na madrugada do mesmo canal, com exibições aos sábados, em tempos em que Deborah Secco era apresentadora infantil, após o divertidíssimo episódio doXuxa Park pegando fogo. Mais recentemente, foi responsável pelo sucesso do bloco Geração Power Rangers, do falecido Jetix, e também, de certa forma, pela programação do canal ter se voltado aos heróis mascarados em certa época. Para se ter uma idéia, o Jetix era vendido pelas operadoras de TV como “o canal dos Power Rangers”.

Dos tokusatsu, para uma distribuição global, só se salvam mesmo as sinopses, que são excelentes, por sinal. Porém, para os padrões ocidentais de drama, seria impossível que algum fizesse sucesso considerável; prova disso é o interesse zero de se trazer um título para cá. Atualmente a Rede Globo exibe a temporada Operação Ultraveloz de segunda à sexta, eForça Mística, aos sábados, dentro da TV Globinho.

Nos EUA, a Saban ressurgiu das cinzas e readquiriu sua franquia de maior sucesso, hoje produz a temporada Power Rangers Samurai. Não podemos esperar grandes mudanças em relação às temporadas produzidas pela Disney, até porque a produção continua na Nova Zelândia, e dificilmente irão querer fazer alterações numa fórmula que continua dando muito lucro.


Especial Dragon Ball Z



As primeiras aventuras de Goku iniciaram-se na década de 80 na Shonen Jump. Dragon Ballteve um sucesso imenso e para a alegria dos editores da revista, o mestre Akira Toriyama já havia planejado uma continuação intitulada Dragon Ball Z. Sucesso absoluto por onde passou, DBZ chegou a ser conhecido como “Melhor anime do Mundo” (Título dado pelos otakus, obviamente) e foi um dos responsáveis por fazer o gênero anime ficar famoso aqui no país. Você deve estar pensando que eu vou puxar o saco para esse anime/mangá né? Errado! Mas vamos por partes:


Autor

Akira Toriyama nasceu no dia 5 de abril de 1955 e iniciou sua carreira como mangaká em 1978 com a publicação de Wonder Island, mas sua primeira série a ser transformada em anime foi Dr. Slump. A história da pequena Arale e seus amigos da Vila Pinguim foi publicada de 1980 até 1986. A série fez um grande sucesso e rendeu 18 volumes encardenados e duas séries animadas.

Posteriormente, Toriyama pesquisou bastante sobre cultura chinesa e aprendeu mais sobre artes marciais. Resultado: Surgi Dragon Ball nas páginas da Shonen Jump, superando o sucesso de Dr. Slump, inclusive. A saga de Goku teve ao todo 42 volumes encadernados e mais de 500 episódios produzidos para a televisão (somando a quantidade de episódios de Dragon Ball, DBZ e DBGT).

Infelizmente, Dragon Ball deixou o mestre Toriyama esgotado, então ele decidiu abandonar roteiros de longa duração, escrevendo apenas histórias curtas como “Sand Land” (publicado aqui pela Conrad) ou one-shots (histórias fechadas) como “Neko Majin Z”, paródia de DBZ.

Sua última participação em anime foi na série Blue Dragon, onde Toriyama ficou responsável pelo designer dos personagens do game e da série animada.



O mangá

Dragon Ball começou a ser publicado na Shonen Jump em 1984 e terminou apenas 11 anos depois, provocando uma exaustão gigantesca no autor. A fase “Z” iniciou no volume 17 e nela podemos notar que a série perdeu algumas características marcantes, como por exemplo, a harmonia perfeita entre humor e ação, mas em contrapartida DBZ ficou com um enredo mais sério e violento.

Toriyama não fez mudanças drásticas no traço da nova fase do mangá, muito pelo contrário, tudo ficou praticamente igual a Dragon Ball. Até mesmo as construções mantiveram o traço “redondo”, característico do autor. Uma curiosidade é que o autor preferiu usar mais hachuras e menos retículas para deixar os desenhos mais limpos e com uma sensação de volume. A narrativa do mangá é bem ágil e prática. É incrível, pois sagas como a de Freeza duram poucos volumes e não deixam o enredo arrastado.

As lutas de DBZ estão acima da média, com golpes bem esquematizados, lembrando bastante as artes marciais. É verdade que algumas batalhas são muito teatrais, tudo para deixar algo bem vistoso, mas isso funcionou na série, resultando em combates memoráveis (Alguém pensou em Goku vs Freeza?).

Embora tenha muitos pontos positivos, o mangá peca em determinados momentos e se o autor fizesse tudo com mais calma, DBZ poderia ser melhor. Começando pelos personagens: Podem ser carismáticos e tal, mas não possuem um propósito, muito menos passado. Estão lá apenas para lutar e ficar mais fortes! Quando não fazem isso, se tornam meros figurantes ou vão para a ala da comédia. Nem mesmo os vilões se salvam: Também estão lá apenas com o objetivo de destruir o universo ou o nosso planeta. Não parou por aí: Toriyama recicla idéias de sagas anteriores. Vamos de exemplo? Freeza, Cell e Majin Boo passam por inúmeras trasnformações para atingir o nível máximo de seus poderes e no fim são derrotados de forma simples. Além disso, antagonistas que têm a habilidade de se regenerar e etc.


Anime

Assim como Dragon Ball, DBZ foi produzido pela famosa Toei Animation, com direção de Daisuke Nishio. A versão animada da fase “Z” começou a ser exibida em abril de 1989 e terminou em 1996, contando com incríveis 291 episódios. Vale ressaltar que no mangá, DBZ teve ao todo 26 volumes, ou seja, muita coisa foi adicionada, deixando o anime com uma narrativa lenta. Fillers (episódios que não existem na versão em quadrinhos) foram inseridos, alguns com histórias bem divertidas e ao mesmo tempo sem lógica (Goku e Piccolo vão aprender a dirigir? Mas eles sabem voar!), mas a pior parte foi a enrolação no sentido literal da palavra. Um episódio de anime geralmente engloba no mínimo dois capítulos de mangá, mas quando assistimos o anime, paira no ar uma sensação de que menos que isso foi animado. Nada de realmente importante acontece.

Além da maldita enrolação, diversos movimentos reaproveitados nas lutas fazem com que as mesmas fiquem irritantes em algumas partes. É comum encontrar na série animada dois personagens lutando e a mesma sequência de golpes aparecendo durante o combate. Eu diria que 90% das lutas têm esse defeito.

Pelo menos o desenho mantém uma regularidade no traço e possui uma boa animação, principalmente se levarmos em conta a época em que foi produzido. As músicas da série são impecáveis, com composições excelentes e emocionantes, com destaque para a primeira abertura do anime, Cha-la Head Cha-la. As BGMs (Back Ground Music – Aquelas músicas que tocam entre os episódios) se ajustam as cenas.

Aqui no Brasil, a série teve uma excelente versão dublada, feita nos estúdios da Álamo. O elenco foi bem escolhido, com vozes marcantes e boas interpretações. O dublador Wendell Bezerra conseguiu expressar toda a ingenuidade e valentia do personagem Goku. Alfredo Rollo preservou a arrogância do príncipe Vegeta. O Gohan adulto teve a doce voz de Vagner Fagundes e o Marcelo Campos passou toda a sua seriedade para o Trunks do Futuro. Wellington Lima demonstrou versatilidade ao dublar todas as versões do Majin Boo. Todos os outros escolhidos também fizeram um bom trabalho, assim como a tradução e adaptação do anime. Sem dúvida foi um dos melhores trabalhos de dublagem relacionado a animes no país.



Mas e a história?

Toriyama alterou o foco do mangá. Dragon Ball tinha uma história simples, humor bobalhão e combates épicos. Mas em DBZ, personagens mais velhos, enredo mais denso. A história da nova fase é mais complicada, cheia de reviravoltas e batalhas mais violentas. A ideia do autor era sábia, mas devido a pressões, todo o trabalho foi comprometido. Diversas sagas poderiam ser melhor aproveitadas se a Shonen Jump não interferisse tanto.



CUIDADO: OS TEXTOS ABAIXO PODEM CONTER SPOILERS! SE VOCÊ NÃO ASSISTIU ALGUMA DESSAS SAGAS, NÃO LEIA!

Saga dos Sayajins: Novos personagens são inseridos na trama e um deles promete dar muita dor de cabeça. Seu nome é Raditz, irmão mais velho de Goku. Ele faz revelações de níveis extremos sobre seu irmão caçula e aqueles que pensavam que as novas aventuras iam começar de maneira fraca tiveram que engolir suas palavras. Um início fenomenal, cheio de surpresas e reviravoltas. Na luta contra Raditz, Goku acaba falecendo e seu irmão revela que novos adversários irão invadir a Terra (Os temíveis Sayajins). Então um árduo treinamento tem início, com direito a Goku aprendendo novas técnicas e Gohan, filho de Goku, comprovando ter um grande potencial. Finalmente os Sayajins invadem o planeta, as lutas são complicadas, resultando na morte de guerreiros de ambos os lados.

A luta mais esperada era a de Vegeta (principal inimigo) contra Goku e o autor conseguiu fazer algo espetacular. Só posso dizer que o combate é excelente! A primeira saga de DBZ conseguiu a proeza de superar a última de Dragon Ball. Não sentimos falta do humor aqui, sem mencionar que a nova fase passa uma impressão de que a fraqnuia realmente estará acima da média. No final, uma ponta solta é largada no ar e para amarrá-la foi necesserária a criação da saga de Freeza, uma das preferidas dos fãs.

Saga de Freeza e do Super Sayajin: A saga de Freeza tem dois lados distintos. Um mostra como um verdadeiro shonen (mangá direcionado ao público jovem masculino) deve ser, com lutas e um enredo com uma linha de história interessante. O segundo lado revela que DBZ não será tão genial como se esperava no início da nova fase. A nova saga tinha um potencial imensurável, mas não rendeu tanto quanto deveria. Seria muito mais conveniente se o autor explicasse detalhadamente o passado dos personagens importantes para dar mais emoção a trama ou então fazer o enredo se desenvolver mais, sem esse plot idiota da busca pelas esferas do dragão, que por sinal se arrasta desde o início do mangá, mas como falei acima, Toriyama esqueceu isso e focou somente as lutas.

O lado bom é que as lutas ao menos são boas, principalmente quando as Forças Especiais Ginyu chegam até Namekusei. A situação fica cada vez mais crítica, com novos adversários e Freeza cada vez mais perto de se tornar imortal. Mais uma vez a luta decisiva foi épica: Goku e Freeza fizeram, de longe, um dos melhores combates do mangá. Você pode até pensar que é exagero, mas não é. É simplesmente impagável ver cenas como Goku se trasnformando em Super Sayajin pela primeira vez e iniciar uma luta feroz com seu inimigo. O término foi inimaginável. Ninguém esperava que Freeza fosse derrotado daquele jeito e novamente o universo estava em paz. Típico final feliz para um franquia que se resume a lutas.

Saga de Cell: Essa tinha tudo para ser um das melhores. Toriyama fez o possível para deixar essa saga mais “inteligente” do que as anteriores. Viagens no tempo, andróides medonhos e finalmente a interminável busca pelas esferas é esquecida. Entretanto, esses elementos foram desaparecendo com o passar dos capítulos e outra vez o enredo da série torna-se fraco. O principal objetivo de Cell é conseguir um corpo perfeito, absorvendo dois andróides. Depois que ele consegue, seu novo propósito é…destruir o planeta, talvez até mesmo o universo. Aí reside o maior problema do roteiro. Começa empolgante, clichês vão sendo imcorporados e no fim tudo fica simples demais.

Cell decidiu criar um torneio de artes marciais e convoca a turma de Goku para lutar, onde o futuro da Terra está em jogo. Finalmente Goku e Cell vão medir forças e quando esperamos algo anormal, a luta decepciona. Nenhum dos dois usa sua real força durante metade da luta e outra metade, mesmo sendo legal, não chega a ser tão empolgante, mas o desfecho foi bem inteligente. Goku chama seu filho, Gohan, para ir lutar com Cell! Grande jogada do autor, finalmente um outro personagem tem a oportunidade de mostrar a que veio, além de Goku e Vegeta e Toriyama não ficou devendo. Aprendemos muito mais sobre Gohan nesta parte da saga e ele ainda revela uma trasnformação, o poderoso Super Sayajin 2.

Toriyama fez uma pilha de lutas mornas, mas a luta principal tem que superar as outras em emoção. Assim como Goku vs Freeza, a disputa de Kamehamehas entre Cell e Gohan nos deixa com o coração na boca. Quem não ficou tocado com a cena do espírito de Goku ao lado de Gohan na hora do golpe decisivo? Porém, a saga foi mediana, sem empolgação e a franquia acabaria aqui, contudo os editores da revista quiseram que DBZ continuasse.

Saga de Majin Boo: Graças a esse desentendimento entre Jump e Toriyama, a saga de Boo foi fraca, principalmente no enredo. Antes, o início de cada saga tinha uma história atraente, entretanto aqui isso simplesmente desapareceu. O novo adversário foi aprisionado porque era poderoso e agora seus servos querem libertá-lo. Os outros inimigos eram mais criativos. Sem mencionar que ele não tem objetivo algum! Nem mesmo o já batido clichê de destruir a Terra foi usado nele. Não sei o que passou pela mente do autor, mas Majin Boo é um dos antagonistas mais fracos nesse quesito, servindo apenas para fazer cenas com humor forçado.

Algumas coisas mal explicadas fazem tudo ficar estranho, como por exemplo a trasnformação de Gotenks (Resultado da fusão entre Goten e Trunks) em Super Sayajin 3. Tudo bem que os dois são muito fortes, mas se Goku é o lendário Sayajin, porque os dois garotos conseguiram atingir um nível que Kakarotto levou anos para conseguir? Toriyama realmente estava farto do mangá.

Eu seria injusto se falasse que tudo foi ruim porque não foi. Foi legal ver o Vegeta admitir que Goku é melhor e ajudar seu maior rival a vencer o inimigo. Goku usando suas últimas energias para lançar uma gigantesca Genki-Dama também foi cativante, sem mencionar que o “segundo” final foi bem melhor do que o primeiro proposto pelo autor.


Finalizando

Dragon Ball Z está longe de ser um anime/mangá espetacular. O enredo é pobre, movido apenas por uma ação insana. Não foi o melhor de sua época, muito menos o melhor de todos os tempos. Goku e cia. formaram uma legião de otakus e por isso é especial para nós, pois na época em que passou por aqui, absolutamente ninguém ligava para clichês, buracos no roteiro e afins. Devo muito a DBZ, mas infelizmente é um dos shounens mais fracos que já vi.

Todo herói tem que ser Power Ranger?



Com o tempo bastante curto para aquela que sempre foi uma grande paixão e grande companheira de aventuras, a TV já não está mais presente em nossas vidas como na infância. Isto não pelas obrigações que a fase adulta nos traz ou pela idade já um pouco avançada que muitos insistem em dizer “isso é coisa pra criança”.

Ora bolas, quem nos estipula a hora de crescer somos nós mesmos! E o fato de crescer não quer dizer que devemos esquecer o que é realmente bom, afinal de contas, ainda assistimos animes, desenhos e séries com a mesma força de antes (e viva a Nossa Senhora da Banda Larga). O que acontece para o abandono da televisão não somente por nós adultos, que aprendemos a imaginar novos mundos com ela, mas também com as novas gerações de crianças, que grudam seus olhos em telas de computadores e em jogos eletrônicos, é o engessamento sofrido em nossas emissoras brasucas da TV aberta ou fechada pelo mercado “estadunidense” (sim, porque americanos nós também somos.

Estamos na América do Sul, esqueceu? e “norte-americano” também pode ser mexicano ou canadense) Um belo exemplo desse encaixe forçado em nossas mentes quadradas de controle remoto são os Power Rangers, franquia bem sucedida vinda lá da terra do Uncle Sam. Bem sucedida uma ova! Veja bem, não sou nenhum revolucionário que deseja acabar com o poder do povo da parte de cima do Mapa Mundi, ou mesmo atirar aviões contra torres gêmeas, mas já são mais de quinze anos de retaliação e emendas malfeitas em idéias independentes que poderiam chegar até nós diretamente da Terra do Sol Nascente.

Então vamos à origem de todo mal: Haim Saban, compositor de aberturas de inúmeros desenhos animados europeus e estadunidenses, abre seu próprio estúdio em 1993 e tem a brilhante ideia de transformar séries super sentai em séries ocidentais.

E para obter um baixo custo de produção, ele compra da Toei Animation a série Jyuranger.Coitadinha! Mal sabia ela que seria totalmente picotada, sobrando apenas alguns pedacinhos com um monte de marmanjos fantasiados de monstros e robôs gigantes. O restante (lê-se restante como 80% do tempo que compõe a série) seria substituído por atores locais com enredos e acontecimentos próprios.

A desculpa é a mesma que acontece para as refilmagens dos grandes sucessos de horror que o cinema japonês anda revelando. Recordo-me agora uma declaração do diretor de Ju-On(que fora transformado em The Grudge ou “O Grito”) que concordou em dirigir o mesmo filme na versão americana. Quando perguntado o por que, ele respondeu “o povo dos Estados Unidos tem preguiça de ler legendas”.

E não é só isso, quando Saban resolveu reconstruir a série, ele disse que o público-alvo jamais aceitaria heróis de olhinhos puxados. Que absurdo! Mas relevemos, que a galera paranóica do Bush não admita que existe heróis em outras partes do mundo ou não tenha destreza para ver um filme e ler legendas ao mesmo tempo, isto é problema deles. O que me incomoda e a muitos que sentem falta das séries Tokusatsu é: por que o Brasil tem que ir na mesma onda?

A desculpa é a mesma, série americana é mais barata e mais fácil de dublar. E mais uma vez o audaz e o original do “sou Brasileiro e não desisto nunca” são vencidos pelo poder do capitalismo. A conformidade tupiniquim em seguir o pensamento americanalhado está nos privando de conhecer outras culturas, outras formas de rir, de chorar, de pensar.

Temos que esperar pacientemente que boas ideias vindas da Europa, Ásia, África ou Oceania passem pelo crivo de um povo que quer dominar o mundo, começando pelos heróis infantis. Quando os brasileiros vão entender que é de pequenino que se torce o pepino? Abram os olhos, eles estão nos torcendo, nos moldando à sua vontade. É preciso receber outros heróis em nossas terras ou quando quisermos criar os nossos será muito tarde, pois estaremos condenados a todos os super-heróis se chamarem Rangers e todos os robôs gigantes serem Zords.

Então se você é do tempo em que o Flash King perdia um braço e acarretava em um grande drama até ser substituído pelo mega-apressado Taitan Junior, parabéns! Você que passou por uma grande fase e conhece o ritual de ser fã de uma série de verdade, voltava correndo do colégio para fantasiar durante meia hora e depois saia pra brincar com os amigos. E se você não é desse tempo, procure na internet por Changeman, Flashman, Black Kamen Rider, Jiraya, Go Go Five, Jaspion, Maskman, etc. Escolha qualquer uma e assista. Assim, você vai entender do que estou falando e realmente terá vontade de esquecer a televisão atual


Animes na TV aberta: audiência, patrocínio e alcance



Caramba, saíram tantos assuntos polêmicos e tantas dúvidas no site, que vou tentar explicar e também tentar entender algumas das coisas que acontecem por aí em relação a animes, desenhos, tvs e afins. Esse texto era pra ser um comentário de um post, mas como ficou muito grande, acabou virando a minha primeira matéria (solo), hehe.



Então, com licença e vamos lá…

Na tv aberta, o que realmente importa para as emissoras são duas coisas: audiência e patrocínio. Não adianta um programa ter audiência se não tem patrocínio e vice-versa. E o que esses canais procuram, em matéria de programas, é algo que consiga atrair o maior número de telespectadores e patrocinadores possível. Ou seja, eles procuram o genérico: repetir aquilo que já deu certo, copiar o estilo daquilo que dá certo, como novelas, programas de auditório, shows e noticiários sensacionalistas, etc. No caso de animações (animes inclusos), agora (geralmente) procuram aquilo que já deu (muito) certo na TV paga.

Dificilmente compram algo realmente inédito. Em relação a animes, atualmente procuram aqueles que possam ser formatados para o público infantil(sim, tô falando de cortes, edições, retalhamentos… ah censura total mesmo). Isso porque o CN provou que o público infantil pode ser muito lucrativo, atraindo não só audiência, mas também patrocinadores (e muitos, diga-se de passagem). O público fora desse nicho, no momento não está interessando a tv aberta (opa, em relação a animes).

Já que falei sobre animes, vou falar daqueles que os produzem. Eles basicamente procuram mercados onde podem ter retorno mais imediato, praticamente garantido, ou seja, investem em lugares seguros, onde o risco de fracassar não seja tão alto. Atualmente eles estão visando, principalmente, o mercado de DVDs mesmo. Por isso são produzidas tantas séries com poucos episódios, entre 13 e 26 episódios na média, porque sendo desse jeito fica mais fácil para o consumidor final comprar e colecionar, ao invés de um anime com episódios a perder de vista, porque ele pode se perder, desanimar e parar de continuar comprando. E são produzidos tantos títulos por temporada principalmente porque as empresas americanas (aFUNimation, especialmente) compram enormes quantidades de animes, isso porque nos EUA os DVDs de animes vendem muito.

Já na América Latina, vendem-se muito pouco, os DVDs originais e materiais licenciados. Fora que os canais de tv por aqui não estão comprando quase nada (CN e Animax destacadamente). O mercado por aqui é fraquíssimo e os japoneses nem devem se interessar muito (quase nada?) pelo que acontece por aqui.

Toei se interessa pelo Brasil porque suas produções, como Dragon Ball Z e Cavaleiros do Zodíaco fizeram muito sucesso, além dos próprios animes, os produtos licenciados sobre essas séries também (principalmente CDZ), como brinquedos, materiais escolares, etc. E se interessa mais pela tv aberta, porque o alcance dela é muito maior, ou seja, tem um público enorme em relação a tv paga. Alcance maior significa maior audiência e mais produtos que possam ser licenciados. Mas parece que não está conseguindo muita coisa, porque os canais abertos estão com um pé atrás sobre tudo, principalmente em decorrência da atual crise mundial.

Bem, com tudo isso parece até que os animes estão mortos e enterrados no Brasil, ou mesmo no restante da América Latina. Mas na verdade, o que está faltando seria os executivos dos canais de tv despertarem para esse público enorme composto pelos apreciadores de animações japonesas. Podem estar achando que os fãs de animes, não sejam um público que atraia audiência nem patrocínio. Mas se eles realmente estiverem pensando isso, podem dar com os burros n´água mesmo.

Em uma matéria antiga que encontrei internet afora(Google, é claro, hehe), anos atrás o SBT estava querendo desistir de exibir Chaves & cia. porque a Televisa estaria pedindo muito e o canal achava que o público infantil, principal base da audiência dessas séries, não era qualificado. Ou seja, o SBT acreditava que não existia patrocinadores direcionados ao público infantil. Só que o CN chegou e provou o contrário, o SBT mudou de idéia(que era burra práca, fala a verdade!) e a coisa ficou como está agora, com o canal investindo até mesmo emNaruto. Então, por que os executivos da TV não poderiam estar errados em relação aos fãs de animes também? Que pode ser um público que dá lucro aos canais também, oras.

Well, com tudo isso, eu basicamente me concentrei em falar apenas nos animes na tv aberta. Outros assuntos polêmicos, como censura e animes na TV paga deixo prá outra oportunidade, porque senão isso aqui vira um livro, não, uma enciclopédia, hehe. A quem teve paciência de ler essa minha primeira matéria, meu muito obrigado e espero ter ajudado a esclarecer algumas dúvidas. Então blz, falou e até mais ver moçada.


O Crítico – Quando Power Rangers terá um fim definitivo?



Fazia tempo que queria escrever esta crítica mas sempre a coloquei na parte de “idéias engavetadas” de uma série de 3 sendo que me faltam mais duas para abordar, porém vou começar com algo que todo o fá de tokusatusu adora falar mal que é sobre a destruição americana em cima das séries da Toei Company. Não vou ilustrar com várias fotos, acho que apenas uma com o antigo logo desta porcaria serve, e também não pretendo resumir o porquê de tudo, e sim apenas expor o meu ponto de vista pessoal.

Antigamente pensava que o grande culpado era a Saban, ou melhor dizendo a atual Disney, quando na verdade os dois grandes culpados são tanto a Disney como a Toei Company. A primeira pela ganância de engordar mais ainda seu cofrinho com uma franquia que infelizmente é sucesso mundial, e a segunda viu nessa jogada, uma maneira de popularizar seus seriados a nível mundial e de lucrar bilhões com isso e conseguiu. O grande erro pelo menos ao meu ver é que a TOEI produz apenas para o Japão e senão me engano o que a Disney transforma em Power Rangers, não é exibido na Ásia, parece que nesse mercado a toei optou por manter os originais já que na Coréia do Sul foi exibida a versão de Deka Rangers (SPD).

Para completar ainda há um canal a cabo japonês que se chama TV Toei, aonde são exibidas todas as versões americanas feitas pela Disney. Nesta hora eu penso: Não seria mais fácil para a empresa japonesa instruir seus atores a falar inglês fluente? A maioria dos japoneses faz isso até nas anime songs e no J-Pop, a grande maioria até de forma fluente cantam num inglês perfeito, acho que seria muito melhor pra empresa divulgar mais a cultura japonesa desta forma, ou isso mostra que ainda há um enorme preconceito mundial contra o que é feito na Ásia. Como eles estão ganhando muito dinheiro com isso, ao ver deles a fórmula precisa ser mantida.

Power Rangers mata por completo a idéia de uma super sentai, e depois ainda vejo no orkut gente que finge ser fake de tal ator da série e o pior ainda é ver os fãs da série se interessando pelos sentais originais. Criticam dizendo que o melhor é mesmo o americano e que o japonês é “tosco” (odeio essa palavra assim como odeio quando alguém diz “show de bola”), mas voltando ao assunto, me pergunto qual o sentido de gostarem de ambos, geralmente as tribos não se misturam: De um lado os fãs radicais xiitas e sunitas dos tokusastus e de outro os fãs do seriado americano. Eu vou resumir em uma frase o que presta em Power Rangers: Cenas japonesas e dublagem.

Dublagem – E ainda tem gente que fala que é uma porcaria. Um cara de uma comunidade do orkut (por sinal ele se acha o maior fã e o que mais sabe) Diz que a dublagem é “tosca”. Não, não é a dublagem e sim a série que é ruim. Os dubladores daqui do Rio fazem o que podem, apesar que no começo achei estranho ver cenas de luta e robô com as vozes dos dubladores daqui, mas depois até se acostuma. A dublagem sim é muito bem feita, o problema é que o roteiro fraco não ajuda em nada.

Cenas japonesas: Pra mim é a única coisa que presta. Nessa hora alguém pode dizer: Sabe diferenciar? Sei sim, o problema é que atualmente a Disney digitaliza as cenas do Japão deixando a imagem mais clara e não escura devido ao efeito que a película provoca. A toei grava todas neste formato e a Disney usa outro, por isso clareando a cena fica parecendo como se fosse totalmente feita nos Estados Unidos. Esta palhaçada começou á partir de “força animal” e foi adotada nas demais séries.

A melhor parte são estas cenas aonde quem é fã dos originais relembra os antigos tempos de Changeman, Flashman. Bons tempos que foram apagados graças a esta parceria inútil. E depois alguém ainda diz que a Disney melhora os originais com cenas em efeito matriz, chega a ser engraçado ver o vermelho flutuando daquele jeito. Sinceramente prefiro mesmo os efeitos simples made in japan. Um rápido balanço mostra o que Saban e Disney fizeram com estas séries:

Power Ranger 1 – Lições idiotas, a série possuia um apelo infantil, os protagonistas passavam lições positivas pra todos: Como ser um bom amigo, como ser um bom perdedor e por ai em diante. Nessa época as cenas japonesas eram constantes, até mesmo dublaram uma outra vilã japonesa. A original Zyuranger foi a “vítima” e parecia ser uma série muito boa. Também foram inseridos monstros com nomes estúpidos, além de atores usando roupas iguais as dos verdadeiros. Mais a frente mudaram o elenco e colocaram elementos de uma outra série: Dai Ranger. Fato que explicava o porquê do verde virar ranger branco. Outra boa série morta.

Power Rangers Alien - Aqui mataram Kaku Ranger, uma série sobre ninjas aonde no original haviam quase 40 robôs. História péssima os rangers eram crianças e os tais “aliens” é que se transformavam em rangers. Bastante ridícula e fraca.

Power Rangers Zeo – Era a menos sofrível de assistir. Gostei apenas da inovação que foi utilizada a partir da série Oh Ranger, que era a de um império das máquinas (Bharanoia no original), os vilões eram robôs e foi algo totalmente diferente. Ainda assim parte das histórias são baseadas até hoje nos episódios japoneses. E pensar que Oh Ranger quase chegou ao Brasil. Em 1995 a revista herói publicou uma matéria sobre ela e dizendo que teríamos chances talvez de assistir esta série por aqui. Não vingou e anos depois quem chegou em seu lugar? Também inovou ao mostrar o encontro deles com os aliens, quando na verdade era um tipo de especial aonde o grupo anterior: kakuranger se encontrava com Ohranger.

Power Rangers Turbo – Aqui usaram um garoto que virava ranger. História podre, e vilões totalmente idiotas. Também não entendi porque mudaram as faces de alguns deles. Talvez devido ao fato dos originais parecem muito maldosos nas suas expressões, o que faria as crianças americanas ficar com medo. Car Ranger foi a escolhida para ser modificada. Depois desta série, as demais deixaram de ser inteligadas, utilizaram apenas os encontros de equipe baseados nos japoneses.

Power Rangers no Espaço – É uma daquelas mais ou menos, não eram ruim nem boa, apenas deixaram um pouco o efeito infantil e inseriram uma dose de seriedade, mas nem tanta. Deu pra assistir até o fim. Reforço que as cenas japonesas me prendiam. A ótima série Mega Ranger foi para a forca. Aliás esta série tem uma das aberturas mais legais que já ouvi de super sentai.

Power Rangers Galáxia perdida: Podre. Os piratas Balzak foram substituídos por uma espécie de escorpião e sua filha humana trakina. Na verdade os piratas apareceram só na metade da série. Gingaman também foi uma das poucas séries que conservou a palavra Man no nome. Quem viu garante que a série é ótima e o único ponto que enfraquece é o nome do navio que os piratas buscam: Dytanic. Isso explicaria porque em PRG, buscavam tanto as tais luzes de orion. Quando na verdade era o navio dos vilões. Além da “morte de uma ranger” que nem é morte e sim digamos, ela virou um fantasma e ficou presa, depois no fim da série retornou.

Power Rangers Resgate: Sem cometários, basearam se em Go go Ranger, aonde eram 5 irmãos que trabalhavam em regastes de pessoas em perigo, e ainda lutavam contra o Clã de demônios Saima. No americano eram pessoas que faziam atividades diferentes e um dele era
bombeiro. Ainda inseriram um ranger que sequer existia. Tirando tudo isso só as boas cenas do sentai original prestam.

Power Rangers Força do tempo: Esta foi a última nas mãos da Saban. Depois disso a Disney assumiu o controle. Nesta que foi baseada em Time Ranger, os americanos vem do futuro para salvar a terra de um vilão. Nada muito diferente do japonês mas com ressalvas: No original o grande vilão Doranza é um monstro que mais parece um mafioso cheio de correntes de ouro. Em força do tempo ele virou “gluto” que gostava da imbecil nadira. A vilã japonesa Lyli, lutava durante as cenas e no americano virou uma menina mimada e viciada em compras, original não? Os pontos fortes desta série foi que a saban quis fechar com chave de ouro e investiu em produção, trazendo do japão um produtor das séries da toei. Havia uma carga dramática e posso dizer que foi uma das poucas que realmente valia assistir, claro que priorizo as cenas mas parecia que a saban tentava acertar o rumo, pena que foi tarde.

Power Rangers Força Animal: Gaoranger viria a ser modificada pela Disney. A empresa tentou manter o tom dramático que havia em força do tempo já que esta seria sua primeira vez com o controle de produção. Eu pessoalmente a achei um pouco séria, e gostei dos efeitos japoneses. Mantiveram os nomes do grupo de vilões chamado Org que é ogro e os elementos de comédia eram raros.Curiosamente alguns dos fãs mais puritanos detestaram esta temporada.

Power Ranger Ninja: Péssima. Hurricanger foi totalmente maltrada nesta série. Os vilões eram ridiculamente infantis, a história era boba. Vale destacar aqui que o ranger amarelo (Dustin) é brasileiro, sim, ele é do Brasil, mas não nasceu aqui. É filho de mãe brasiliera e o pai é Australiano. Ele mora lá mesmo e parece que em 2005 esteve no interior de São Paulo aonde foi visitar parentes. Imagino que fale português fluente. Uma foto dele visitando um curso de inglês comprovou tal fato. Fiquei tão surpreso quanto qualquer um. Claro que na série isso não é comentado.

Power Rangers Dino Trovão: É outro que é ruim também. Cheguei a ver um episódio da Abaranger e é sem comparações. Aliás esta série só tem uma coisa boa: O episódio em que assistem a série original Abaranger e fazem comentários. Foi o melhor episódio desta série. O ruim foi ter que aturar os pitacos chatos dos 3 atores comentando.

Power Rangers SPD: Baseada em Deka Rangers, a história não é muito diferente da original. Até há um cachorro no Japão que é o chefe, porém com um orçamento diferente ele não é tão perfeito como o da Disney. Aqui somente as cenas de ação japonesas prestam e o uso de maquetes para as cenas de robôs que ficaram ótimos sem efeitos de computação. E ainda há quem diga que SPD consegue ser melhor que deka rangers.

Power Ranger força Mística: Só posso resumir em uma coisa: Chata. Esta eu sequer parei pra dar uma olhada, meu irmão é quem vê mais. As únicas coisas que prendem minha atenção são os vilões com suas cenas bem feitas, mas não as americanas. No Japão não há floresta na série Magiranger, e muita gente diz que a Disney acertou em colocá los dentro de uma. Sinceramente prefiro a fórmula antiga. Mais uma que foi morta.

Power Rangers Overdrive: Uma ótima série japonesa foi destruida agora: Boukeranger. O visual das roupas é uma homenagem a diversas outra sentais. Vi alguns episódios desta série e é muito boa. Já a versão americana vi a abertura e posso dizer que é terrivel. É tão podre quanto a abertura de força mística. Os atores também são bem diferentes, o azul agora é um asiático. Vai ser um sucesso entre as crianças e os fãs mais afoitos. No geral é mesmice de sempre.

Como é que eu posso detestar Power Rangers e saber tanto sobre a série? Porque que assistia. Mas o fiz por causa das cenas de luta da qual eu e muitos outros tokufãs estão carentes. É uma pena que a próxima série Gekiranger, também será destruída, mas há um fator muito importante: O contrato da Disney com a Toei está perto de vencer, e senão me engano a empresa pode destruir mais duas séries ainda. Muita gente aposta que não será renovado já que agora os americanos já sabem a fórmula e podem criar seus próprios esquadrões. É mais uma daquelas coisas que não entendo, se os americanos são tão bons em cinema e seriados de televisão, assim como possuem ótimos designers de monstros, vide por exemplos os filmes de terror ou o investimento que fazem em certos personagens de PR como o Dog de SPD ou até mesmo

Mezogoghi de Dino trovão:  São bem feitos não podemos negar, então porque não criam uma série própria? Seria muito mais fácil e infelizmente venderia como água. As opinões do texto são de minha total autoria sobre o que penso da série. É triste ter que saber que esse tipo de material que anos atrás tinhamos acesso direto do Japão, chegue aqui nesta forma. Se já não bastasse isso agora os americanos querem investir em um Kamen Rider criando uma versão americana, é um pouco demais pra minha cabeça. Fora os milhões de fakes que “encarnam por completo” o ator ou atriz da série, fofocam e alguns falam em casar, ter filhos, claro que tudo de brincadeira(acho). Procuram fotos dod atores até pessoais como de web cam e acreditem, eles encontram mesmo, parece uma máfia e tem até comunidades. No geral a maioria tem entre 15 e 20 tantos anos. Ser fake é ser chique segundo uma comunidade do gênero. Nada contra quem gosta, mas eles se tornam muito intransigentes e fanáticos demais a ponto de xingarem se fulano discordar de outro.

Resumindo só há 3 coisas positivas no nome Power Rangers:

Dublagem

Os brinquedos baseados nas séries. Antigamente não haviam os de boa qualidade e sequer saiam em grande quantidade.

Cenas Japonesas das versões originais. É o que salva. Pelo menos ainda mantém as dos robôs.

O que é inaceitável é ler de pessoas que sequer entendem do assunto dizendo que a dublagem é ruim, ou que a série japonesa é uma droga e que a Disney só fez melhoras. Em efeitos? Grande coisa. Os japoneses possuem roteiros bem elaborados e inteligentes. Em PR as insinuações sexuais ou até mesmo de morte não fazem parte de nada. Ou seja a série é voltada pra crianças, mas no Japão ela também é voltada para crianças e nem por isso saber que um vilão morre ou um personagem levanta a saia da menina, os faz querer ser iguais. Vale destacar durante as cenas, aquelas músicas ridículas que irritam qualquer um. Como sempre o puritanismo americano é falso e no fim todo mundo segue o mesmo caminho deles, fazer o que?

O fato é que PR não representa nem acrescenta nada a vida de alguém. Antigamente os seriados japoneses vistos aqui possuiam e atualmente ainda possuem, mensagens que nos fazem refletir, e tratam de temas totalmente realistas, é esta a grande diferença para o americano. Nem mesmo os atores que trabalharam em todas as temporadas conseguem manter a carreira: A maioria deles parece ter nascido só para fazer power rangers e mais nada. Se fossem tão talentosos assim estariam em vários filmes. A maioria fez pontas depois que saiu da série. O primeiro elenco ainda conseguiu fazer várias participações em filmes feitos para tv americana, e seriados. A mais bem sucedida é a Amy jo Jonhson que fez a Kimberly. A pouco tempo participou de uma série do canal ABC famly: Wildfire que é exibida no Brasil pelo A&E.

Os demais fazem pontas, vi um dos atores de tempestade ninja em um filme mas ele sequer falava, e outro aparece em Steelth – Ameaça invisível. Nem focam na cara dele. Também a pouco tempo a atriz e cantora Emma Lahana fez participação em Supernatural e Alycia Puirrot a ranger rosa de SPD também fez ponta no episódio da semana passada. Como podem ver discordo de qualquer um que venha dizer que Power Ranger é ótimo, e espero mesmo que esse contrato acabe e que sumam do mapa, ainda que não tenhamos tokus no Brasil, eu desejo mesmo que essa maldita franquia americana termine. Posso ter esqueçido alguma coisa, posso ter deixado de lado outras, mas o destaque foi dado até demais, mas enfim, é a minha idéia resumida deste assunto. Pode que ás vezes os japoneses errem num roteiro mais infantil ou fraco, mas pra mim sempre vai ser superior aos americanos. O original é sempre o melhor. Pelo menos pra mim.

Nintendo sofre com baixas vendas e anuncia crise financeira



Nintendo GamesA poderosa empresa japonesa vem sofrendo com as baixas vendas no mercado internacional de games (já é o terceiro ano consecutivo com prejuízos fiscais) e anunciou reduções nas expectativas de vendas dos seus consoles, assim como de games para suas respectivas plataformas.

O ano fiscal dos games vai corresponder ao período de março de 2013 a março de 2014, faltando poucos dias para o prazo terminar e enfrentando queda nas vendas a Nintendodiminuiu as expectativas de seus produtos. Os jogos da plataforma Wii U tinham uma previsão inicial de 38 milhões de cópias vendidas, com os problemas financeiros o número foi abatido para a metade e agora corresponde a 19 milhões.

Entre os consoles o maior prejuízo vem por parte também do Wii U, as expectativas da Nintendo eram de 9 milhões de consoles vendidos, com o corte nas previsões, este número caiu para apenas 2.8 milhões, causando um prejuízo de 35 bilhões de ienes (787.500 milhões de reais), se tornando assim o mais novo fracasso da gigante japonesa.

Ainda nas revisões financeiras dos consoles, mesmo o Nintendo 3DS sendo bem recebido por boa parte do público consumidor e tendo vendido bem, o aparelho ficou abaixo do esperado e também sofrerá cortes nas previsões finais, inicialmente a Nintendo esperava vender 18 milhões de consoles portáteis, mas agora se contentam com a marca de 13.5 milhões. Os jogos do portátil tinham a meta inicial de 80 milhões de cópias vendidas, mas este número também caiu e foi para 66 milhões.

Com o anúncio de corte nas expectativas de vendas foi inevitável a queda das ações da empresa na bolsa de valores, nesta segunda-feira (20/01), a Nintendo perdeu mais de 6% no valor de suas ações em um dia turbulento onde estes números chegaram a oscilar entre quedas de até 18%. As ações da Nintendo valiam 14.645 ienes (329 reais), no fim do dia este número caiu para 13.745 ienes (309 reais).

O presidente da companhia Satoru Iwata se pronunciou no jornal Nikkei sobre os altos cortes nas previsões de vendas, pediu desculpas aos acionistas da empresa e prometeu recuperar este prejuízo o mais rápido possível. Indo contra as especulações que diziam que ele se demitiria do cargo, Satoru disse que permanecerá a frente da Nintendo e que assume toda a responsabilidade por estes maus resultados.

Sobre os boatos de possíveis demissões de funcionários para redução de gastos, Satoru disse em entrevista que está não é a primeira atitude a ser tomada pela companhia, e alegou buscar outros meios para reduzir os problemas financeiros.

The Simpsons (Os Simpsons ou Os Simpson é uma comédia de situação animada estado-unidense criada por Matt Groening para a Fox Broadcasting Company. A série é uma paródia satírica do estilo de vida da classe média dos Estados Unidos, simbolizada pela família de mesmo nome, que consiste de Homer Jay Simpson, Marjorie "Marge" (Bouvier) Simpson, Bartholomew "Bart" Simpson, Elisabeth "Lisa" Marie Simpson e Margareth "Maggie" Simpson. A série se passa na cidade de Springfield e satiriza a cultura e a sociedade estado-unidense, a televisão e vários aspectos da condição humana.

A família foi criada por Groening e logo depois foi lançada como uma série de curtas de animação produzidas por James L. Brooks. Groening criou uma família disfuncional e nomeou os personagens como os membros de sua própria família, substituindo o seu próprio nome por Bart que é um alagrama de Brat (fedelho).

Desde sua estreia, em 17 de dezembro de 1989, o programa já exibiu 508 episódios, e já tem mais uma temporada a ser exibida. O filme do seriado foi lançado em 26 e 27 de julho de 2007 e arrecadou mais de meio bilhão de dólares em todo o mundo.

The Simpsons já ganhou inúmeros prêmios desde a sua estréia como uma série, incluindo 27 Prêmios Emmy, 27 prêmios Annie e um prêmio Peabody. A revista Timede 31 de dezembro de 1999 classificou The Simpsonscomo a melhor série doséculo XX, e 14 de janeiro de 2000 recebeu uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood. The Simpsons é uma das séries de desenho animado dos Estados Unidos de maior duração e o programa de animação americana de mais tempo no ar. O "D'oh" (rosnado de aborrecimento de Homer), foi incluído no Oxford English Dictionary, enquanto a série influenciou vários sitcoms animados para adultos.

Conteúdo

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PersonagenEditar

Homer Simpson -Editar

Homer Jay Simpson é o pai da família Simpson. Ele é um indivíduo com sobrepeso, preguiçoso e ignorante, mas é fortemente dedicado à sua esposa e filhos. Apesar disso e sua inteligência abaixo da média, ele mostrou momentos de grande intelecto, e pode ser um pai atencioso e um bom marido às vezes.

Homer Simpson

FlandersAdicionada porFlanders

Homer Simpson trabalha como inspetor de baixo nível de segurança na Usina Nuclear de Springfield, no Setor 7G, embora seja muitas vezes é incompetente e na maior parte do tempo, dorme em serviço e come os donuts que são fornecidos. Ele passa grande parte do seu tempo na Taverna do Moe com os seus amigos ao longo da vida: BarneyCarlLenny e Moe. Na casa , ele pode muitas vezes ser encontrado sentado no sofá assistindo TV enquanto come vários lanches e bebe Duff. Homer é o único filho de Abe e Mona .

se vira

Lisa SimpsonEditar

Lisa simpson é a filha do meio de Homer e Marge Simpson e uma menina extremamente inteligente: com apenas 8 anos, Lisa SimpsonLisa Simpson, a minha personagem preferida!

FlandersAdicionada porFlanders

possui um QI de 156 [1] ou 159 [2], um dos mais altos dentre todos os personagens da série e

é frequentemente incompreendida pelos adultos e pelas outras crianças da cidade. Ela também toca saxofone barítono. Nasceu em 2 de julho de 1983, porém em todos epsódios ela possui 8 anos; Tem uma irmã, Maggie Simpson, a bebê. As vezes,Maggie demonstra ser ainda mais inteligente, o que lhe provocou ciúmes no episódioInteligente. É a mais jovem budista deSpringfield. e fez um pequeno discurso quando o Dalai Lama visitou a cidade.As convicções políticas de Lisa são geralmente de esquerda e um pouco liberal. Toca saxofone,baixo elétrico e piano seu ídolo no jazz é o já falecido Gengivas Sangrentas

Bart SimpsonEditar

Barthomew "Bart" Simpson!,[1]bart eo pior  aluno da classe da Srta. Krabappel. o tormento de skiner o garoto ay caramba! o el barto É filho de Homer e  de marge simpson  e tem 10 anos, nasceu no dia 01 de abril (de Bart Simpsons

RodrigozanattaAdicionada porRodrigozanatta

acordo com Uncensored Family Album). Estudante  Escola primaria de Springfield. , eo menino muito radical adora fazer travessuras.Seu principal objeto característico é seu Skate e seu estilingue, usados para atormentar a vida dos moradores de Springfield. Também adora passa trotes na taverna do Moe,Adora chicletes de menta e também adora dias que nevão porque adora faltar as aulas e mais uma coisa ele é muito lindo.

Maggie SimpsonEditar

Margareth Simpson é irmã de Bart e Lisa e a filha mais nova de Homer e Marge. Ela é sempre vista usando sua Maggie SimpsonA primeira culpada

FlandersAdicionada por Flanders

chupeta, e quando ela anda,tropeça em sua roupa e cai de cara no chão. Maggie é a menos vista e ouvida pela família pois ela não pode andar.

Moe SzyslakEditar

Moe é um Barman de um bar frequentado por Homer Simpson, Ninguém sabe como Moe conseguiu manter seuMoe Szyslak

RodrigozanattaAdicionada porRodrigozanatta

 bar aberto todos esses anos, na maior parte das noites tem somente três ou quatro fregueses entre eles com certeza Barney, e seus esforços para mudar o lugar para um restaurante familiar falharam por causa de sua raiva incontrolável. Mas muitos suspeitam de que ele ainda estejade suas economias como ator infantil no programa Our Gang nos anos 40.Durante todo o seriado, Moe mostra ser apaixonado porMarge, e várias das vezes em que Homer briga com ela, Moe aproveita para tentar roubá-la para ele. Lógico, que no final, ela sempre volta para HomerMoe já teve um caso com a mãe de Nelson Muntz e com a professora Edna Krabappel . E é um beberrão sem limites gosta de comer ratos.

Barney GumbleEditar

É o cliente mais assíduo da Taverna do Moe e suas marcas mais visíveis são suas expressões perdidas, seus Barney Gumble

RodrigozanattaAdicionada porRodrigozanatta

audíveis arrotos após cada embriaguez e seu jeito desleixado de ser e viver. Sua meta era chegar à Harvard. Barney adora cerveja e faz de tudo para beber pouco e, se um dia ele parasse de beber, ficaria viciado por café.Também há a possibilidade de ser o desaparecido pai de Nelson pela suas semelhanças.




Sherri e TerriEditar

Sherri e Terri são dois terços dos trigêmeos xifópagos (O azul eo cinza). Terri é um pouco mais jovem do que Sherriterrisua irmã de 2 segundos). Eles estão na mesma classe Bart, por Edna Krabbapel. "Você tem que ser bom para eles - que poderiam cercá-lo!" - Bart Simpson. Em O Azul eo Cinza , é revelado que eles são dois terços dos trigêmeos siameses, e que o trio terceiro está fora em busca de vingança contra Sherri e Terri. É mais provável que esse fato não será continuado em episódios futuros.